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Extremamente infeliz no Mónaco, as verdadeiras razões que prendem Charlene ao principado para sempre

A sul africana não consegue disfarçar: é uma mulher cujo rosto não tem expressão nem vida, mas os olhos são os seus maiores delatores ao transmitirem uma melancolia imensa e uma infelicidade difícil de descrever. Em público, exibe sempre uma enorme debilidade emocional. Raramente se viu a mulher de Alberto II feliz. As poucas vezes em que se mostrou livre e com um brilho nos olhos, foi longe do palácio Grimaldi. A questão é: o que a fará permanecer onde nunca encontrou a felicidade?
Ana Cristina Esteveira
Ana Cristina Esteveira
05 de maio de 2022 às 23:39
Fim do pesadelo? A princesa Charlene surge sorridente ao lado do marido e dos filhos
Foi o primeiro ato oficial da mulher do príncipe alberto, após meses longe da vida pública.
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene
Príncipe Alberto e Charlene

Charlene de Mónaco reapareceu, enfim, num ato público. Ao lado do marido, o príncipe Alberto II, e dos filhos, os gémeos Jacques e Gabriella, a sul-africana voltou a mostrar-se como sempre: melancólica e triste. Nem as notícias de que já está completamente restabelecida afastam o que é por demais evidente: a sul-africana continua a não ser uma mulher feliz, mesmo depois de ter voltado a "casa" e estar junto da família. Uma especialista analisou, entretanto, a linguagem corporal da princesa e chegou à conclusão de que a antiga atleta olímpica está "emocionalmente isolada do príncipe Alberto". A pergunta que falta fazer é se Charlene está "emocionalmente isolada" apenas do marido? Não será que esse sentimento não aplica também a tudo o que a rodeia no pequeno principado? O que faz a princesa a permanecer onde não se sente feliz? Onde nunca sentiu aquele país como seu? Tantas questões às quais a Casa Real do Mónaco insiste em não dar respostas convincentes. Além disso, a ausência de explicações concretas só contribui para que os rumores se adensem e não parem de circular e ganhar força.

Completa-se agora um ano sobre a viagem da mulher de Alberto II à África do Sul para dar o rosto por uma campanha de alerta para o perigo da extinção de rinocerontes devido à caça furtiva. Oficialmente, Charlene estaria ausente do principado apenas durante 10 dias, mas a realidade acabou por ser bem diferente. A princesa acabou por ficar longos meses no seu país e junto da sua família de origem. A explicação que foi dada – mas que continua a não convencer os mais céticos – é de que a antiga nadadora olímpica teria contraído uma doença do foro otorrinolaringológico que a impedia de viajar de avião. Enquanto Charlene se mantinha na África do Sul, Alberto ocupava-se da regência do principado e da educação dos dois filhos. Um afastamento que terá deixado marcas em toda a família, pois segundo a especialista em linguagem corporal que analisou à lupa as imagens da primeira aparição pública após a sua longa ausência, veio reforçar nas páginas do ‘Dailymail’ aquilo que o povo já diz em surdina há tanto tempo: Alberto e Charlene são a imagem de um casal que mantém a distância um do outro. Judi James, assim se chama a especialista britânica, esclarece ainda que a expressão "pensativa" de Charlene a faz parecer "isolada" do resto da família. Ela é a única que não se mostra satisfeita por estar ali a assistir à prova do campeonato de Fórmula E que se realizou no passado sábado, dia 30 de abril, em Monte Carlo.

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Princesa Charlene reaparece... mas distante

UMA SOLIDÃO...ACOMPANHADA 

"Charlene parece emocionalmente isolada, com uma expressão muito triste e um olhar pensativo", explicou Judi James. Nas fotos tiradas no evento, Charlene está atrás de sua filha Gabriella, com a mão apoiada no peito da menina de 7 anos. A sua aliança de casamento está bem visível. Tal posição sugere que Charlene quer "proteger e tranquilizar Gabriella, ao mesmo tempo em que enfatiza seu papel de esposa amorosa com sua aliança". Ainda assim, a especialista não deixou de realçar a pouca interação entre o príncipe Alberto e a mulher. Sinais que acabam por dar força aos rumores que já circulam há bastante tempo e que a Casa Real nunca conseguiu erradicar: o casamento real atravessa uma séria e grave crise. "A sua única comunicação verbal [e não verbal] parece ser apenas com a filha. Charlene não fez um único contacto visual com o marido ou sequer com o público", explicou Judi James.

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A tristeza da princesa Charlene

A especialista vai ainda mais longe na apreciação que fez para o ‘Dailymail’. Aponta para um outro aspeto: além da postura, o sorriso da  princesa reflete uma tristeza sem fim.. "Não se pode chamar de sorriso, não chega sequer aos olhos, enquanto um sorriso genuíno começa na expressão do olhar", observou a especialista, acrescentando que "o movimento da boca sugere que a princesa enfrenta um conflito interno, tentando sorrir ou achando que deveria aparecer sorrindo, mas falhando na tarefa". O ar pensativo de Charlene contrasta, por sua vez, com o comportamento do marido: "Alberto parece otimista. Acena para a assistência e exibe um sorriso aberto". Por fim, Judi James chama a atenção para a roupa de Charlene. A escolha  reflete, segundo a análise da especialista, o desejo de parecer forte. "A opção das calças cor de carvão e uma jaqueta com ombros acolchoados sugere que ela está pronta para projetar uma sensação de força e confiança", opinou.

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O casal está a celebrar 10 anos de casamento, com novas imagens do dia especial.

A LIBERDADE EM TROCA DOS FILHOS

Mas qual a razão para esta atitude de Charlene que supostamente já está completamente restabelecida após um internamento de meses numa clínica na Suíça para recuperar de um "estado de fadiga geral profunda"? A recuperação da ex-nadadora olímpica não poderia ter corrido melhor, segundo esclareceu a Casa Real do Mónaco. Ainda assim, nada mudou no semblante da princesa. A sua tristeza é tema de conversa em todo o principado e no mundo inteiro, mas os monegascos são quem menos compreendem a atitude distante da mulher de Alberto II. Consideram que ela tem tudo e que não há razão para tanta insatisfação. São da opinião que, sendo ela uma privilegiada, só deveria ser grata e aproveitar o estatuto que tem.

Mas tudo indica que para Charlene há coisas mais importantes que o estatuto de pertencer à realeza e de ter possibilidades de levar uma vida de luxo. O seu maior desejo seria poder regressar ao seu país, para junto dos seus e esquecer o Mónaco. Então, o que a impede de seguir o coração? Ao que parece, os impedimentos são demasiados castigadores para a princesa e isso deve-se às cláusulas que aceitou assinar antes de casar com o príncipe regente do Mónaco. Do acordo pré-nupcial constará que a sul-africana perde o direito de estar com os filhos em caso de divórcio. Isto significa que, caso decida deixar o Mónaco, terá de deixar Jacques e Gabriella para trás. Em caso algum seria concedida a autorização das duas crianças acompanharem a mãe.

Há dois meses que ninguém vê Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
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Charlene do Mónaco
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Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco
Charlene do Mónaco

Diz-se que Alberto até aceitaria o divórcio, desde que a mulher continuassse a viver no Mónaco. Hoje em dia, o divórcio já não é uma vergonha entre a realeza. Há exemplos nas mais variadas casas reais, com a Inglaterra a encabeçar a lista através de divórcio do príncipe Carlos (herdeiro do trono) e da princesa Diana. Inclusivamente no Mónaco, a irmã de Alberto, a princesa Carolina, também passou por um divórcio. Assim, este não seria o maior obstáculo à liberdade da sul-africana, mas sim a sua vontade de abandonar o país e levar consigo as duas crianças. Isso sim, nunca lhe será autorizado.

Portanto, a mulher de Alberto II só tem três hipóteses. Primeira: permanecer casada, mas levar uma vida separada do marido (como tem acontecido até aqui) e continuar a usufruir de todas as mordomias inerentes ao seu estatuto. Segunda: Divorciar-se, perder regalias, mas continuar a viver no Mónaco para ter os seus filhos por perto. Terceira e última: divorciar-se, deixar o principado, que ela tanto odeia, e perder o contacto frequente com Jacques e Gabriella. Com as cartas todas em cima da mesa, cabe à princesa fazer a sua escolha, mas resta saber se ela estará em condições de decidir seja o que for, tal o seu estado psicológico.

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