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Fernanda Miranda testemunha contra Pinto da Costa

Brasileira é uma das testemunhas de acusação no caso "Operação Fénix". Fernanda Miranda terá beneficiado dos serviços de segurança ilegais.
Por Isabel Laranjo | 15 de fevereiro de 2017 às 15:07
Pinto da Costa, Carolina Salgado, FC Porto, Liga dos Campeões, Fernanda Miranda Foto: Duarte Roriz
Fernanda Miranda, Pinto da Costa, Futebol Clube do Porto, FCP Flash
Fernanda Miranda, Pinto da Costa, Futebol Clube do Porto, FCP Flash
Fernanda Miranda, Pinto da Costa, Futebol Clube do Porto, FCP Flash
Fernanda Miranda, Pinto da Costa, Futebol Clube do Porto, FCP Flash
Fernanda Miranda, Pinto da Costa, Futebol Clube do Porto, FCP Flash
Flash
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pinto da costa, fernanda miranda Foto: Luís Vieira
Fernanda Miranda, Jorge Nuno Pinto da Costa Flash

Fernanda Miranda é uma das testemunhas de acusação contra Jorge Nuno Pinto da Costa no Processo Fénix, que começou esta quarta-feira a ser julgado em Guimarães, com enormes medidas de segurança. Além do presidente do FC Porto estão mais 53 pessoas no banco dos réus a serem julgados. 

OS 7 CRIMES DE PINTO DA COSTA

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Jorge Nuno Pinto da Costa, de 79 anos de idade, está acusado por 7 crimes de exercício de ílicito de segurança privada. Eduardo Silva, patrão da empresa de segurança SPDE, foi fotografado em diversas ocasiões, junto de Pinto da Costa e da então mulher, Fernanda Miranda.

A investigação apurou que o dono da SPDE e um dos seus empregados chegaram a ir buscar Fernanda Miranda à moradia de luxo, que partilhava com o marido, na zona da Foz, e a levá-la para o estádio do Bessa, onde iria decorrer um Boavista-FCP.

SUSTENTADA PELO ACUSADO

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O casamento chegou ao fim no dia 20 de dezembro de 2016, quando foram assinados os papéis depois de acordadas as condições: Fernanda ficou com um apartamento e uma pensão de alimentos de 2 mil euros.

Fernanda Miranda ainda estava casada com o presidente do Futebol Clube do Porto quando foi arrolada pelo Ministério Público, para se sentar no banco das testemunhas do lado da acusação.

A investigação, liderada pelo MP, sustenta que a brasileira também terá usufruídos dos serviços de segurança ilegais alegadamente contratados por Jorge Nuno Pinto da Costa, através do ex administrador da SAD portista, Antero Henrique, também réu.

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Veja a chegada de Pinto da Costa ao tribunal improvidado em Guimarães:

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