Que tristeza! Tudo 'à bulha' pela fortuna de Dolly Parton, um mês depois da sua morte
Dolly Parton, que não teve filhos, deixou uma fortuna de cerca de 400 milhões de euros, que está agora no centro de uma guerra que promete chegar aos tribunais.Esta sexta-feira, dia 25, faz um mês que Dolly Parton morreu, deixando milhões de fãs, especialmente norte-americanos, de rastos. A cantora, que era muito acarinhada em todo o mundo, até pelo seu importante trabalho humunitário, não resistiu a um cancro, cerca de um ano e meio depois de ter perdido o marido, Carl Thomas Dean, com quem foi casada quase 60 anos.
Parton, que tinha 11 irmãos e irmãs, não teve filhos, e o seu testamento, no qual destinava a sua fortuna de cerca de 400 milhões de euros, não foi divulgado publicamente. O que se sabe, é que o seu sobrinho, Bryan Seaver – que foi quem anunciou oficialmente a sua morte num vídeo nas redes sociais – está agora envolvido numa disputa legal com o manager de Parton, Danny Nozell, em torno do património da cantora.
Primeiro, Seaver, que desempenhava funções de chefe de segurança da sua tia há muitos anos, foi despedido 15 dias após a sua morte pela She's Alive, uma entidade criada por Danny Nozell para gerir e proteger os interesses empresariais e o legado de Dolly Parton após a sua morte.
A carta de despedimento dizia que a decisão era necessária "para proteger os interesses do trust e dos beneficiários".
Agora, Nozell, que foi manager de Parton durante mais de 20 anos, pediu uma ordem de restrição contra Seaver.
Em documentos judiciais analisados pelo TMZ, Nozell alegou que Seaver lhe exigiu dinheiro e começou a "invocar a sua experiência autoproclamada como contratado militar, o acesso a armas e a capacidade para recorrer à violência" durante essas exigências.
Seaver ridicularizou a ordem de restrição, que classificou à revista 'People' como "infundada" e "uma manobra de publicidade".
"A Dolly chamava-me 'assassino'", explicou. "Era uma piada que usávamos entre as pessoas que trabalhavam com ela. Eu era o seu "menino ninja" e o Danny Nozell retirou essa mensagem do contexto para, de alguma forma, imaginar que eu o estava a ameaçar.
De acordo com os documentos judiciais analisados pelo TMZ, Seaver terá dito a Nozell: "É bom que o dinheiro dela seja superior àquilo que consigo ganhar noutro lado ou vou f**** toda a gente. Estou prestes a tornar-me o braço da retaliação de toda a minha família".
Seaver terá ainda contado a Nozell que planeava criar "um podcast dedicado a arruinar as parcerias comerciais da Dolly e a revelar as violações que estas pessoas cometeram contra nós".
Em resposta ao pedido de ordem de restrição, Seaver disse ao TMZ, na terça-feira: "Sou militar de carreira e contratado militar, e também realizo negócios de armamento para governos estrangeiros. Sou um profissional de segurança e sou um assassino. No entanto, nada nesta ação judicial constitui uma ameaça e mantenho a maioria dos comentários que fiz".
"Continuamos firmemente determinados a cumprir a sua última diretiva de proteger a família e recusamo-nos a deixar-nos intimidar por aqueles cujas ações acreditamos estarem a ser tomadas de má-fé", declarou a equipa de Seaver ao TMZ.
Os representantes de Seaver disseram ainda à publicação que acreditavam que estas medidas tinham sido tomadas "com a intenção de lucrar com a vida de alguém que deu tanto de livre vontade".