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Casas Reais

Guerra surda de longos anos! Explicada a razão pela qual a rainha Sofia nunca gostou de Tita Cervera

Além de baronesa, continua a ser o rosto do Museu Thyssen de Madrid. Contudo, nunca contou com a simpatia da mulher de Juan Carlos I que fez de tudo para a manter afastada da sociedade espanhola, como revela Pilar Eyre.
Por Ana Cristina Esteveira | 29 de maio de 2026 às 10:06
Guerra surda de longos anos! Explicada a razão pela qual a rainha Sofia nunca gostou de Tita Cervera
Rainha Sofia, Tita Cervera
Carmen Cervera, Tita Thyssen
Carmen Cervera, Tita Thyssen
Carmen Cervera, Tita Thyssen
Rainha Sofia, Tita Cervera
Carmen Cervera, Tita Thyssen
Carmen Cervera, Tita Thyssen
Carmen Cervera, Tita Thyssen

Carmen Cervera é um dos rostos mais mediáticos de Espanha. Aos 18 anos foi Miss Espanha, aos 30 chorava a morte do marido, o ator Lex Baker que ficou conhecido no mundo inteiro por ter dado corpo a Tarzan, aos 37 anos foi mãe solteira do filho Borja e aos 42 tornava-se baronesa Thyssen pelo casamento com o barão Hans Heinrich Thyssen-Bornemisza, um muito importante colecionador de arte. Desde então, Tita, como é conhecida, tornou-se rica e poderosa.

O seu museu, o Thyssen, em Madrid, é um dos mais conceituados do mundo. Ainda assim, a mulher que enfrenta agora uma fase mais difícil devido a preocupantes problemas de saúde, nunca foi do agrado da rainha Sofia de Espanha. A emérita terá "mexido muitos cordelinhos" para que a baronesa nunca conseguisse a ser verdadeiramente aceite na alta sociedade do país.

As razões para esta inimizada é agora explicada pela jornalista': "O certo é que nunca ninguém fez tanto pela cultura espanhola e, no entanto, recebeu tão pouco reconhecimento. Deveria ter sido enobrecida e frequentado o círculo real, mas nem sequer foi convidada para o casamento do herdeiro do trono, onde estavam presentes muitas personagens de reputação duvidosa", escreve a especialista em assuntos da realeza.

Pilar Eyre opta por não deixar nada por dizer sobre as razões que levaram a mulher de Juan Carlos I a "banir" Tita Cervera dos círculos mais restritos da sociedade espanhola: "Mas, por ter sido amiga íntima do rei, a rainha passou a não gostar dela e não só a manteve à distância, como a ostracizou da sociedade espanhola. Sofia só aceitou, a contragosto, assistir à inauguração do Museu Thyssen porque a sua cunhada Pilar praticamente implorou, uma vez que fora graças à ajuda dos barões que ela pudera cuidar do marido durante as fases finais da sua terrível doença."

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