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Dália Madruga levanta um pouco mais do véu sobre os motivos que levam o marido, o caveiro Marcos Bastinhas, a afastar-se das praças

Depois do marido anunciar paragem na carreira, a antiga apresentadora da RTP vem revelar um pouco mais das razões do cavaleiro de Elvas.
Por FLASH! | 15 de julho de 2025 às 21:41
Dália Madruga, Marcos Tenório Foto: Flash
dália madruga Foto: Flash
Dália Madruga, amamenta, alice, marcos bastinhas Foto: Flash
Dália Madruga, amamenta, alice, marcos bastinhas Foto: Flash

Marcos Bastinhas, 39 anos de idade, anunciou que vai fazer uma paragem na carreira de cavaleiro tauromáquico, tal como a FLASH! noticiou ontem, segunda-feira, 14 de julho. É um interregno nos 25 anos que o filho do malogrado cavaleiro Joaquim Bastinhas leva a tourear nas praças do País. "Por motivos pessoais, decidi suspender a minha temporada taurina. Foi uma decisão difícil, mas necessária", assumiu Marcos Tenório Bastinhas através de um comunicado.

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Um dia depois, é a vez da mulher do cavaleiro de Elvas vir a público revelar um pouco mais do que poderá estar a atormentar o marido, para que tenha tomado esta decisão tão drástica. "Todos os dias vejo o meu marido superar-se", começou por defender Dália Madruga, de 46 anos.

"Com uma coragem única — que só reconheço nele. Nos dias bons, é o primeiro a levantar-se, a arregaçar as mangas e a fazer acontecer. Nos dias menos bons, teve a lucidez e a força de parar… Parar para recarregar, para encher os depósitos de energia que a vida tantas vezes esgota. E isso, para mim, é um acto de coragem enorme", elogiou a antiga profissional de televisão.

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"A saúde mental não é uma moda. É essencial. Devia ser uma preocupação de todos. Ninguém merece estar doente e lutar contra os próprios pensamentos. Mas o mais importante é ter a consciência — e a força — de escolher viver. Ele escolhe. Todos os dias", garantiu esta mãe de quatro filhos – João, de 17 anos, de uma relação anterior, Clara, de 10, Alice, de 7, e Joaquim, de 3.

"E eu escolho admirá-lo, amá-lo e caminhar ao lado dele. Com o coração cheio de orgulho. Porque viver é coragem. Mas continuar com esperança… isso, sim, é heroísmo", defende Dália Madruga.

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