Marina Mota não tem meias palavras e fala sem rodeios da sua intimidade, aos 61 anos. A atriz assume-se fala dos antigos namorados, os mais conhecidos são Carlos Cunha, com que tem uma filha, e Oceano, antigo futebolista. De ambos, só diz maravilhas, apesar de se terem separado. "As pessoas com quem partilhei a minha vida, antes de serem os meus amores, foram pessoas interessantes que gostei de conhecer e amigos", explica.
E fala de sexo. "O sexo, para mim, não é um tabu, mas também não o banalizo de forma a beber um copo de água, não sou assim", diz, em entrevista à 'Nova Gente'. "Sou zero preconceituosa. Falta-me é coragem para olhar para o sexo de uma outra forma. Gostaria de ter coragem para isso", lamenta.
E vai mais longe: "As minhas relações não acabaram de um dia para o outro. Esta parte é dolorosa, porque não queria que aquilo terminasse. Com qualquer dos dois homens com quem partilhei a minha vida, queria que fosse para sempre. O tecido esgaçou, mas não rompeu completamente. Há apenas uma camada que se perdeu, que é a física", assegura.
Recentemente Marina também revelou que está solteira mas que gostava de ter um namorado. "Acho que vou ficar solteira. Essas coisas não se procuram. Acontecem", revela a atriz à revista Sábado, explicando que nos últimos tempos não se tem "cruzado com pessoas que me falem a esse meu lado".
Quanto a aplicações ou sites de encontros, Mariana não se vê a usá-los. "Não sou de coisas virtuais. Continuo a gostar do olhar, da sedução, do riso", assegura.
Isso contudo não a impede de querer estar em forma. "Prometi que depois dos 60 iria cuidar mais de mim e gerir melhor o meu tempo", conta na mesma entrevista. "Fumo desde os 10 anos. Estou a fazer um tratamento à base de estímulos na orelha, com um pequeno aparelho (...) mas não está a ser fácil", diz a atriz que reduziu de "17 cigarros por dia para seis ou sete. O objetivo é deixar de fumar.