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Luto

Joana Marques de luto pela morte da avó de 102 anos: veja a sua comovente homenagem

Os fãs da humorista conheciam bem a sua avó, Estela, de quem Joana sempre falou com muito orgulho.
Por FLASH! | 06 de fevereiro de 2026 às 10:52
Joana Marques de luto pela morte da avó de 102 anos: veja a sua comovente homenagem
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
A avó de Joana Marques com os bisnetos
Joana Marques com a avó Estela
As fotografias que a avó Estela guardava
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
A avó de Joana Marques com os bisnetos
Joana Marques com a avó Estela
As fotografias que a avó Estela guardava
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela
Joana Marques com a avó Estela

Joana Marques acaba de perder a avó, Estela, que celebrara 102 anos no mês passado, e de quem Joana era muito próxima.

A humorista deixou-lhe uma longa homenagem nas redes sociais, dividida em três publicações, partilhando ainda muitas fotografias ao seu lado (em cima).

"A minha avó era imortal, até prova em contrário. Infelizmente a prova chegou. Mas felizmente tardou. Nenhum texto lhe fará justiça, mas como fã n.º1 de qualquer coisa que eu escrevesse (com aquela parcialidade que vem com o amor incondicional dos avós), acho que merece uma última (que nunca será) homenagem", começou por escrever.

"Contava-se que na escola era 'Maria Rita', porque estava sempre a rir, nomeadamente quando fazia imitações dos professores da “instrução primária”, que a repreendiam e a expulsavam da “classe”. Diz que que queria ser actriz mas que não era uma profissão muito bem vista para meninas nascidas em 1923. Acredito que passou ao lado de uma grande carreira, mas tive a honra de fazer de sua encenadora em muitos teatros caseiros. Brincámos aos barcos, aos ginásios, às passagens de modelos, não recusava nenhum papel. Na faculdade foi colega de jovens como Maria Barroso ou Sebastião da Gama (sim, o poeta de “pelo sonho é que vamos, comovidos e mudos”). Leitora ávida, até ao último dia, e maior consumidora de palavras cruzadas da península ibérica, ensinou-me o que queria dizer “trocista”, e percebi que era “adjectivo, sinónimo de nós as duas”", continuou.

"Ela foi uma estrela aqui, todos os dias. Mas uma estrela rock. Acordava ao meio-dia, só comia o que lhe apetecia e, como qualquer rockstar, era transgressora. A minha cúmplice no crime, fosse nas férias no Hotel do Vimeiro, em que o limite legal de gelados por dia era largamente ultrapassado ou anos mais tarde, quando me levava a festas às quais estava proibida de ir", referiu.

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"Não tive só uma vida com a minha avó. Tive direito a várias. E que boas vidas foram. A última imagem que tenho dela é à janela, onde ficava a acenar até dobrarmos a esquina. Assim estou eu, hoje, à janela. Só que ela felizmente não desaparece do meu horizonte, nunca. 'Pelo sonho é que vamos'. Comovidos, mas nunca mudos. Porque a minha avó, a maior gralha de que há memória, detestava o silêncio. Nunca me vou esquecer dela porque é impossível esquecermos alguém que também somos. Nem é preciso ir vasculhar álbuns antigos, basta olhar ao espelho", concluiu.

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