Olivier da Costa foi obrigado a contratar segurança privada para si e para a família. Uma medida drástica depois do próprio chef, a mulher e um filho terem sido vítimas do conhecido 'gangue do Rolex'. O empresário de restauração foi o primeiro a ser assaltado tendo ficado sem um relógio [um Audemars Piguet] no valor de 100 mil euros.
A vítima seguinte foi a mulher. Levaram-lhe um relógio [Patek Philippe] avaliado em 80 mil euros. Seguiu-se, depois o filho. Perante tudo isto, Olivier da Costa acabou por contratar seguranças privadas. "Depois de eu ter sido assaltado e a minha mulher também, passámos a andar de guarda-costas. Isto está impossível", assumiu o chef em entrevista ao jornal 'Nascer do Sol'.
"Tenho alguns amigos que também foram assaltados e sei que há umas semanas dois conhecidos que resistiram ficaram com marcas na cara, das coronhadas que levaram. Alguém tem de fazer alguma coisa para acabar com isto. Até em Marraquexe, à entrada das lojas há policiamento ou seguranças armados. O centro de Lisboa está a ficar perigoso", alertou Olivier da Costa.
O chef ainda chamou a atenção para o facto dos assaltos não acontecerem apenas na Avenida da Liberdade: "Eu próprio e a minha mulher fomos assaltados na zona do Corte Inglés".