Padrasto terá dito aos miúdos para irem procurar um brinquedo e desapareceu. Meninos caminhavam debaixo de sol forte na beira da estrada. Autoridades já identificaram os pais, mas ainda não os localizaram. Crime de abandono é a hipótese mais provável.
Poder, podemos. Mas será que faz sentido? Tal como na história do perverso Jeffrey Epstein havia nos anos de 1960 sexo pedófilo em Portugal. Havia angariação de crianças em meios desfavorecidos. Havia poderosos, políticos, empresários e sacerdotes a abusar de crianças com 9 a 12 anos. Havia exercício de poder e tráfico de influências. O autor do guião da série portuguesa da RTP, que mesmo em 1998 escandalizou alguns puritanos e incomodou intervenientes e familiares sobrevivos, arrasa também Donald Trump e fala na escala das duas realidades e garante que em Portugal não houve cenas de canibalismo
O valor de cada aula reverte para o Ybor Misfits Microsanctuary, o mini-santuário que já salvou centenas de galinhas feridas ou abandonadas na região de Tampa.
O Ministério Público alemão diz ter a certeza que este é o homem que matou Madeleine McCann, enquanto Gonçalo Amaral riposta que Brueckner é "ficção policial para limpar a imagem dos pais". 18 anos depois, o caso Maddie volta aos escaparates, no último grande fôlego para encontrar provas que incriminem o pedófilo alemão, que em setembro estará em liberdade, planeando evadir-se da Europa e fazer uma operação para mudar a sua fisionomia. O que está em causa num dos grandes crimes em Portugal que continuam sem resposta...
Regressámos ao circo habitual. Aos arranjinhos de poder, às promessas disparatadas, ao delírio de alianças evidentes ou escondidas, aos pomposos discursos devidamente usados para sacudir a água do capote, às proclamações vagas, muitas delas sem sentido, ao apelo às emoções mais básicas, às acusações fúteis, à descoberta da frase assassina que se espera sem réplica.
A denúncia foi feita este fim de semana. Muitas crianças recrutadas em África, pelos clubes nacionais, vivem abandonadas pelas ruas do País. Não basta a glória não ter chegado. Ficam sós, sem carreira e sem vida afetiva, longe das suas terras e das suas gentes.
A contextualizar o espetáculo macabro, surgem os edifícios despedaçados pelos bombardeamentos, carros de combates desfeitos durante a refrega, caixas e mobílias abandonadas, dando o sentido de sujidade àquele palco de horror e morte.
O polémico multimilionário, que fez fortuna com a venda de legumes e a comprar minas abandonadas na África do Sul, foi usado como passaporte para João Rendeiro entrar no continente africano, aquele a que chamava “placa giratória de negócios”, mas o madeirense traiu-o. Duas vezes. Uma sem efeito. A segunda pelas costas. Contamos a arrepiante história de dois homens que dão palmadinhas nas costas um do outro quando se vêem, mas que em privado se odeiam