Quinze anos depois do brutal assassinato do cronista social às mãos de Renato Seabra, o caso continua a regressar à esfera mediática na tentativa de perceber o que aconteceu para motivar o crime bárbaro. Entre o que se sabe e o que se especula, para o psicólogo Quintino Aires uma coisa é certa: o modelo não foi iludido, sabia o que estava a fazer e não deve ser desculpabilizado. "Há um julgamento moral em que o Renato em sociedade é mais visto como a vítima do que como o criminoso", diz à FLASH!.
Mais de 15 anos depois da morte de Carlos Castro, continuam a surgir novos detalhes sobre o crime que chocou Portugal. David Touger, advogado que defendeu Renato Seabra no julgamento, revela agora detalhe surpreendente.
Ataque psicótico, alucinações e um quadro psiquiátrico grave. Ao longo do processo, vários especialistas encontraram sinais que apontavam para uma perturbação mental séria em Renato Seabra. Ainda assim, o jovem foi considerado imputável pelo homicídio de Carlos Castro e acabou condenado. Quinze anos depois, a discussão sobre o seu estado mental está longe de estar encerrada.
Na noite de 15 de agosto, a discoteca Cuá Cuá, na Quinta do Lago, recebe a festa 'Celebrate Casa do Castelo', recordando a 'vibe' daquele que foi, durante o início dos anos 2000, um dos locais icónicos da noite do Algarve. A FLASH! também se lembra como tudo acontecia naquela 'mansão' à beira mar, em Albufeira, onde tudo acontecia, desde namoros a casamentos, separações e surpresas. Com boa música e muita alegria, sob a 'batuta' de Luís Evaristo. Calma, não vale chorar de saudades!
A jornalista da SIC não se conteve e exigiu o silêncio definitivo de Lili Caneças. Num ataque sem precedentes, a também comentadora arrasou a socialite, acusando-a de "perder a noção" e de dizer "disparates irresponsáveis".
Rainha do jet set esteve com o cronista social alguns dias antes da partida e chamou-o para uma conversa dura sobre Renato Seabra. No entanto, o socialite estava cego de amor...
Quinze anos depois do crime que chocou o país, o acesso ao processo judicial revela a teia de mentiras e o clima de tensão que transformaram o sonho de Nova Iorque num cenário de morte e violência extrema..
O processo judicial aberto após o homicídio do jornalista, em 2011, num hotel, em Nova Iorque, ajuda a reconstituir tudo o que se passou antes, durante e após um dos crimes que mais tinta fez correr no nosso país.