Aos 14 anos, virou-se para a fé, entrou no Seminário e, não fossem as mulheres, talvez hoje André Ventura estivesse a pregar outro tipo de sermões. Da religião, saltaria para o curso de Direito, foi comentador de futebol até que em 2019 fundou o Chega, que mudaria toda a sua vida. Pelas suas posições políticas, passou a andar em permanência com pelo menos dois guarda-costas, afastou a mulher da esfera mediática para a proteger e adiou a decisão de ter filhos por questões de segurança. No entanto, admite que por vezes se sente a sacrificar em demasia o lado pessoal, já tendo falhado momentos importantes. A mãe é quem lhe dá os puxões de orelhas.
O cantor brasileiro, que se encontra internado após ter sofrido um enfarte, relatou recentemente os momentos duros que viveu na infância, marcada pela pobreza extrema.
Passaram menos de duas horas entre o momento em que Jorge Costa se sentiu mal e o óbito foi declarado. Pelo meio, médicos ainda terão conseguido reverter quadro clínico do eterno capitão do FC Porto, que não resistiu às duas paragens cardiorrespiratórias.
Depois dos sustos de saúde do político, Dina Nunes saiu da sombra para reaparecer ao lado do marido. Perante a perspetiva de um resultado histórico do Chega, não conteve o sorriso no início da noite eleitoral.
Fez um cateterismo e teve alta no próprio dia? Os gestos de sufoco foram verdadeiros ou simulados? O debate fervilha nas redes sociais e lança a polémica sobre o líder do Chega, que é acusado de simular a doença para conquistar votos. Mas será mesmo assim? À Flash!, o conhecido cardiologista Manuel Carrageta ajuda a explicar o que aconteceu.
Rita Matias tem vivido momentos de aflição devido aos episódios de saúde de Ventura. Estava sempre ao seu lado na campanha e agora quebrou o silêncio sobre o momento delicado, através das redes sociais.