Durante anos tentou dietas, exercício e até cirurgias para perder peso. Mas nada parecia resultar. Agora, Carolina Ortigão decidiu falar abertamente sobre a longa batalha contra a balança e revelar o que realmente a ajudou a perder 31 quilos, numa transformação que mudou a sua vida.
Nuno Morais Sarmento tinha anunciado em janeiro a sua saída da presidência da FLAD por motivos de saúde, lançando o alerta sobre uma recidiva na luta contra o cancro. Uma batalha que bem conhecia e que enfrentou de frente, recebendo dos médicos a alcunha de 'doente rebelde'. Depois de ter descido aos infernos ao lutar contra um agressivo tumor no pâncreas, teve alta e, mais do que nunca, aproveitou os pequenos prazeres da vida, ainda que sempre com a consciência do machado que pairava sobre si. "Fisicamente não estou recuperado. Tomo não sei quantos medicamentos por dia, que é uma coisa que me incomoda. Tento fazer a vida normal e isso dá-me um gozo. Um dia normal pode ser para mim um dia de extraordinária satisfação. Morreu este sábado, aos 65 anos.
Já não é só para humanos: a fisioterapia animal está a transformar a vida de cães e gatos, ajudando na recuperação de cirurgias, lesões e dores associadas à idade.
Sobreviveu a um atropelamento ferroviário, enfrentou amputações, cirurgias, quedas duras, guerras com a mãe e agora prepara-se para fazer história. Aos 28 anos, Diogo Carmona será o primeiro português a competir nos Jogos Paralímpicos de Inverno, transformando dor, superação e resiliência num marco inédito para o desporto nacional.
Maria das Dores viu a sua vida marcada por dor e frustração, experiências dramáticas podem ter sido decisivas na decisão de encomendar a morte do marido.
Achou que tinha vencido a batalha contra um cancro na próstata quando começou a ficar ora descontrolado e irascível, ora prostrado e sem forças. Esteve neste limbo dois anos... até que um médico descobriu em três semanas que tinha um cancro no pâncreas. Viveu um inferno longe dos holofotes. Esteve hospitalizado durante ano e meio, ao longo de dois. Desses, cinco meses foram nos Cuidados Intensivos, muitas vezes amarrado à cama. Foi operado 12 vezes, "cortado às postas", como ainda consegue relatar com algum humor, gabando-se de ter sido um paciente "rebelde". Voltou ao trabalho à frente da FLAD em agosto de 2024, mas agora a saúde impede-o de continuar. O político PSD que na juventude foi boxer e também consumiu drogas volta para casa. Tem o sonho de escrever as suas memórias hospitalares. Talvez agora o faça.
Em 2026, o melhor que Gémeos faz é tirar férias e só regressar em 2027, tantas são as coisas complicadas que lhe podem surgir pela frente. Mas calma, há soluções. Aí estão os signos da Maya para este ano