Frustrado por olhar para as contas finais e ver que um ano de lucro nos seus restaurantes é igual ao que ganha num mês a trabalhar com a marca Chakall, cansado de fazer 150 voos por ano pelo mundo a gravar programas de televisão, o chef do turbante decidiu em 2022 mudar a sua vida. Chakall, ou Eduardo, como lhe chama a mãe, lava a alma numa conversa dura, intensa, mas, mesmo assim, plena de esperança.
São as celebridades de um setor cheio de anónimos que também fecham as portas dos seus restaurantes e perdem tudo. As dívidas, os preços elevados dos pratos em espaços de cozinha de autor, a fuga dos clientes e uma suposta crise na restauração estão a fazer tombar os cozinheiros televisivos mais famosos.
"Apaguei anos da minha vida". José Avillez quebra o silêncio sobre os episódios de burnout e as idas ao hospital, a soro, que o forçaram a uma decisão drástica.
Toda a popularidade conquistada por Ljubomir Stanisic nos seus polémicos programas televisivos desmoronou-se como um baralho de cartas. Acusações em tribunal, queixas na ERC por causa dos insultos na TV e o fim da estrela Michelin minaram um percurso que tinha tudo para ser brilhante.
A filha do antigo presidente de Angola acusa-o de ter traído a sua confiança e de lhe ter ficado com 300 mil euros da conta. O ex-apresentador afirma ter "o registo criminal limpo", diz que "quem é ladrão vai para a prisão" e que não há acusação formal contra si. Angolanos seguiram o 'babado' com entusiasmo. A bronca só acalmou após Leo rumar a Portugal.
A história da mulher que lutava para engravidar do marido, Hugo Ferreira, após a sua morte, emocionou os portugueses. Em 2023, Ângela cumpriu finalmente o sonho, com o nascimento do pequeno Hugo Guilherme.
Foi casado três vezes e assume a sua quota parte de culpa no facto de, nem sempre, as relações terem sido bem sucedidas. "Fui cobarde, idiota, desonesto. Fui [espero que não muitas vezes] rasca", escreveu numa das suas crónicas, não deixando nunca de acreditar no amor, que vivia intensamente. Foi casado com Maria José Xavier e Maria João Bustorff - as mães das suas filhas - e em 2010, três meses depois do início do namoro, formalizaria a união com a jornalista Cristina Ferreira de Almeida, que o acompanharia nos bons momentos, mas sobretudo nas mais duras batalhas de saúde, até ao fim dos dias do escritor.
Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
Amigos e familiares contam tudo sobre ela na hora do adeus: o casamento relâmpago com Miguel, o advogado pai do filho Bernardo. As paixões com homens violentos. As relações tóxicas. A fuga para a região Oeste na época do Covid-19. O desencanto com o isolamento no meio do campo e a vontade de mudar de casa. Tudo histórias de uma mulher que gostava de festa, do convívio com as amigas, que falava pelos cotovelos e nunca chegava a horas a lado algum.