Quinze anos depois do brutal assassinato do cronista social às mãos de Renato Seabra, o caso continua a regressar à esfera mediática na tentativa de perceber o que aconteceu para motivar o crime bárbaro. Entre o que se sabe e o que se especula, para o psicólogo Quintino Aires uma coisa é certa: o modelo não foi iludido, sabia o que estava a fazer e não deve ser desculpabilizado. "Há um julgamento moral em que o Renato em sociedade é mais visto como a vítima do que como o criminoso", diz à FLASH!.
Ataque psicótico, alucinações e um quadro psiquiátrico grave. Ao longo do processo, vários especialistas encontraram sinais que apontavam para uma perturbação mental séria em Renato Seabra. Ainda assim, o jovem foi considerado imputável pelo homicídio de Carlos Castro e acabou condenado. Quinze anos depois, a discussão sobre o seu estado mental está longe de estar encerrada.
Rainha do jet set esteve com o cronista social alguns dias antes da partida e chamou-o para uma conversa dura sobre Renato Seabra. No entanto, o socialite estava cego de amor...
Quinze anos depois do crime que chocou o país, o acesso ao processo judicial revela a teia de mentiras e o clima de tensão que transformaram o sonho de Nova Iorque num cenário de morte e violência extrema..
O processo judicial aberto após o homicídio do jornalista, em 2011, num hotel, em Nova Iorque, ajuda a reconstituir tudo o que se passou antes, durante e após um dos crimes que mais tinta fez correr no nosso país.
Do sonho de uma carreira internacional ao pesadelo atrás das grades. Renato Seabra, que assassinou brutalmente Carlos Castro em Nova Iorque, vive hoje uma rotina de clausura quase total numa das prisões mais duras da América.
Desde a separação do jovem brasileiro com Carolina Braga intensificaram-se as críticas à relação do ex-concorrente do 'BB2025' com o comentador da TVI.