Madrasta e enteado nunca foram - nem são - os melhores amigos. Contudo, há momentos que exigem união... como aquele que os Windsor vivem neste momento.
As filhas do antigo príncipe André e de Sarah Ferguson sofrem as consequências dos atos pouco dignos dos pais. As duas princesas acabam de ser proscritas de mais um evento dos Windsor.
A pequena Athena foi batizada nesta sexta-feira, 12 de dezembro, e teve a presença dos avós, Sara Ferguson e André Mountbatten-Windsor... mas houve baixas de peso.
Os 70 anos do seu reinado fazem com que seja a monarca há mais anos no trono de Inglaterra. Faltam-lhe apenas dois para igualar o recorde absoluto de Luís XIV, o Rei Sol. Desde que foi coroada – por obra do destino, pois não nasceu para ser rainha – já trabalhou com 14 primeiros-ministros ingleses, conheceu 13 presidentes dos Estados Unidos e já conviveu com sete papas. Mas o seu percurso como chefe de Estado há mais tempo no poder não se faz apenas de números. Ela é uma das grandes figuras da História moderna. A sua vida privada encerra muitos segredos e contradições. Aqui, desvendamos algumas verdades sobre a mulher que o mundo inteiro conhece apenas por “A Rainha”.
Isabel Bowes-Lyon morreu há precisamente 20 anos, com 101 anos de idade. Símbolo da resistência aos nazis aquando a Segunda Guerra Mundial, a Rainha-mãe, diz-se, estava conservada em gin. Mas há relatos de que a senhora, apesar do seu ar bonacheirão não era fácil de aturar. A princesa Diana terá sofrido muito às suas mãos. Muitas foram também as discórdias com a filha mais velha. Ainda assim, foi sempre o apoio indispensável nas alturas mais difíceis do reinado de Isabel II.
Como rainha foi obrigada a negar todo e qualquer apoio ao duque de York. Sujeitou-o à humilhação de ficar sem títulos reais e militares, forçou-o a retirar-se da vida pública e declarou-o financeiramente independente, sem direito aos dinheiros do fundo público. Contudo, como mãe, nunca lhe virou as costas ou negou o imenso amor que nutre por ele. Vá para onde for, é uma fotografia de André que a monarca de Inglaterra traz sempre consigo. Faz lembrar a parábola do filho pródigo: “Este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi encontrado”.
São netas da rainha Isabel II, tal como acontece com William e Harry, mas cedo se aperceberam de que nunca teriam a mesma importância do que os primos. Cresceram conscientes do seu papel completamente secundário como membros da família real de Inglaterra. Sentiram-se muitas vezes menosprezadas, foram alvo de críticas e de chacota pública. Os pais, Sarah Ferguson (a rainha dos escândalos) e o príncipe André, contribuíram ainda mais para retirar brilho às tiaras de princesas que, apesar de tudo, ostentam com orgulho e recusam de deixar de usar.