A partida de Irene da Grécia é um duro golpe para a mãe do rei Felipe VI. Não perdeu apenas uma irmã, mas também a sua melhor amiga e a mais fiel das confidentes.
Aos 14 anos, virou-se para a fé, entrou no Seminário e, não fossem as mulheres, talvez hoje André Ventura estivesse a pregar outro tipo de sermões. Da religião, saltaria para o curso de Direito, foi comentador de futebol até que em 2019 fundou o Chega, que mudaria toda a sua vida. Pelas suas posições políticas, passou a andar em permanência com pelo menos dois guarda-costas, afastou a mulher da esfera mediática para a proteger e adiou a decisão de ter filhos por questões de segurança. No entanto, admite que por vezes se sente a sacrificar em demasia o lado pessoal, já tendo falhado momentos importantes. A mãe é quem lhe dá os puxões de orelhas.
Alegações foram feitas por ex-assessora da Iniciativa Liberal, que atualmente trabalha para o Ministério dos Negócios Estrangeiros. O candidato apoiado pela IL classificou as acusações como “destituídas de fundamento”.
De um encontro fortuito numa festa nasceria um romance vivido às escondidas entre Eliza, modelo brasileira, e Bruno Fernandes, então popular guarda-redes do Flamengo. Ele prometia que a ia assumir a relação em breve, mas foi quando a modelo disse que estava grávida que tudo descambou. Foi estrangulada, esquartejada, com os restos mortais a serem atirados a cães da raça Rottweiler. Quinze anos depois, o crime que chocou o Brasil e o mundo já foi retratado num documentário para a Netflix e esta semana conheceu estranhos desenvolvimentos com o passaporte da falecida jovem a aparecer em Portugal.
A presença das princesas na tradicional missa natalícia em Sandringham, da qual o pai, André, foi excluído, está a ser vista como um importante 'statement'.
É o culminar do pior ano da vida do irmão de Carlos III, que, ostracizado por toda a família real, se prepara ainda para passar um Natal muito solitário.