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Depressão e lágrimas: Felipe VI teme pela mãe, a rainha Sofia, após sucessão de golpes duros do destino

Rainha emérita mergulhou numa "sensação de esgotamento emocional e de vazio" da qual nada nem ninguém parece ser capaz de a tirar. O filho teme que esta seja uma carga demasiado pesada para Sofia, que nos últimos anos tem estado cada vez mais fragilizada devido aos diversos escândalos reais.
12 de fevereiro de 2026 às 18:43
Felipe VI teme por Sofia, após escândalos reais e "esgotamento emocional"
Felipe VI teme por Sofia, após escândalos reais e "esgotamento emocional"

Aos 87 anos, a rainha Sofia tem sabido aguentar os embates da vida. Durante muito tempo, lidou com o casamento de fachada com Juan Carlos, enfrentou em silêncio os constantes rumores de infidelidade e os olhares e apontar de dedo de quem a condenava pela vida de aparências, mesmo que dentro do Palácio tudo estivesse a ruir. Nesses momentos, muitas vezes de dor e desespero, a monarca, diz-se, chorava ao lado da sua grande confidente de toda a vida: a irmã, Irene da Grécia. Eram inseparáveis, partilhavam tudo uma com a outra, e com a morte desta, aos 83 anos, fica um vazio que tem sido difícil de contornar.

Apesar de a rainha emérita já ter regressado à vida pública, com os compromissos oficiais a sucederem-se e a ocuparem, também, a sua cabeça, a verdade é que os mais próximos estão preocupados com a tristeza de Sofia, que não cessa, e pelo facto de a rainha estar mergulhada numa depressão, que todos temem que tenha um impacto profundo na sua saúde. "Há uma sensação de esgotamento emocional e de vazio", diz uma fonte à revista 'Semana', acrescentando que todos têm feito um esforço para se mostrarem mais vigilantes nesta fase, mas que o quadro acarreta alguma preocupação, sobretudo para o filho, o rei Felipe VI, que teme que a mãe, na sua idade, tenha sofrido o derradeiro golpe e não se sinta com forças para voltar a lutar pela vida.

As preocupações começaram logo no momento do funeral de Irene. Acompanhada pelas netas, Sofia e Leonor, a rainha tentou mostrar-se firme na chegada às cerimónias fúnebres, mas no interior da capela ficou claro o estado de dor profunda de Sofia que, pese embora se tenha mantido fiel ao protocolo, não conseguiu conter as lágrimas, numa imagem rara de fragilidade e vulnerabilidade que não estamos habituados a ver na mãe de Felipe VI, conhecida por manter as suas emoções à distância.

No entanto, depois do funeral, houve uma luz de esperança para a família real, uma vez que Sofia mostrou prontamente vontade de retomar a sua agenda, em vez de ficar fechada no Palácio a cultivar o desgosto. No entanto, a firmeza inicial não duraria muito e, apesar da tomada de decisão, Sofia voltaria a ceder à tristeza, esforçando-se para não cancelar a agenda. Segundo com os especialistas em realeza espanhola, há uma gigante sensação de orfandade que os mais próximos temem que seja demasiado para a monarca aguentar sozinha.

A isso soma-se o facto de, depois do forte apoio inicial, todos terem retomado a sua vida. As netas - que foram um forte consolo nos primeiros dias - voltaram para as suas atividades relacionadas com a formação académica, e também Felipe VI, com a sua agenda tão preenchida, não consegue ser tão próximo quanto gostaria na vida da mãe. Já Letizia, apesar de se ter mostrado muito carinhosa com a sogra nas cerimónias fúnebres, a verdade é que não mantém uma relação assim tão próxima com Sofia que lhe permita ser um consolo no dia a dia.

Com tudo isto, e apesar do esforço para nunca deixar a rainha sozinha, ninguém esconde que o seu estado é uma forte preocupação.

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