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Caso Epstein: o modus operandi dos "banquetes de sexo e fetiches" com raparigas jovens com a conivência da elite norte-americana

Caso Epstein: o modus operandi dos "banquetes de sexo e fetiches" com raparigas jovens com a conivência da elite norte-americana

Neste caso, são os milhares e milhares de ficheiros do caso Epstein que dão voz à narrativa do que se passou, durante anos, na recôndita mansão do milionário nas Ilhas Virgens. Organizavam-se verdadeiros banquetes de sexo com raparigas jovens, que estavam expostas às mais variadas humilhações. Por 300 dólares, exigia-se-lhes que "falassem sujo", satisfizessem os fetiches mais escabrosos e fossem o adereço principal de sumptuosos jantares em que se debatiam negócios à mesa e se juntavam alguns dos homens mais poderosos do mundo, que participaram e validaram a barbárie. No entanto, entre as zonas cinzentas da lei, todos dizem o mesmo: estiveram lá, sim, mas não viram nem fizeram nada de errado...
O que esconde Pam Bondi, a mulher de confiança de Donald Trump, guardiã dos ficheiros secretos de Jeffrey Epstein? Quem está a encobrir e que 'bomba' tem em sua posse?

O que esconde Pam Bondi, a mulher de confiança de Donald Trump, guardiã dos ficheiros secretos de Jeffrey Epstein? Quem está a encobrir e que 'bomba' tem em sua posse?

O Congresso dos Estados Unidos 'pegou fogo' com o depoimento de Pam Bondi, a Procuradora Geral que é acusada de abafar centenas de ficheiros relacionados com os poderosos envolvidos na rede de tráfico sexual e pedofilia de Jeffrey Epstein, enquanto expunha o nome das vítimas do milionário. O que esconde, afinal, a norte-americana, que defende Donald Trump até à morte.
A impressionante batalha de Nuno Morais Sarmento contra a doença, que o obrigou a deixar, de novo, o trabalho depois de 12 operações

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Achou que tinha vencido a batalha contra um cancro na próstata quando começou a ficar ora descontrolado e irascível, ora prostrado e sem forças. Esteve neste limbo dois anos... até que um médico descobriu em três semanas que tinha um cancro no pâncreas. Viveu um inferno longe dos holofotes. Esteve hospitalizado durante ano e meio, ao longo de dois. Desses, cinco meses foram nos Cuidados Intensivos, muitas vezes amarrado à cama. Foi operado 12 vezes, "cortado às postas", como ainda consegue relatar com algum humor, gabando-se de ter sido um paciente "rebelde". Voltou ao trabalho à frente da FLAD em agosto de 2024, mas agora a saúde impede-o de continuar. O político PSD que na juventude foi boxer e também consumiu drogas volta para casa. Tem o sonho de escrever as suas memórias hospitalares. Talvez agora o faça.
A vida de curvas e demónios de Clara Pinto Correia. Do estrelato às fotografias dos orgasmos que a fizeram perder tudo: "Fiquei sem emprego, tive ordem de despejo, olhavam para mim de esguelha"

A vida de curvas e demónios de Clara Pinto Correia. Do estrelato às fotografias dos orgasmos que a fizeram perder tudo: "Fiquei sem emprego, tive ordem de despejo, olhavam para mim de esguelha"

Foi jornalista, escritora, bióloga e investigadora científica, mas no final da vida atormentava-a que isso tudo se tivesse eclipsado em prol de dois momentos decisivos: o caso de plágio e a exposição em que se deixou fotografar pelo então marido durante o orgasmo. Caída em desgraça, exilou-se no Alentejo, onde tentava libertar-se dos seus demónios. "Se eu não fosse capaz de rir na face das minhas desgraças, já tinha enlouquecido há muito tempo", desabafou sobre o que lhe aconteceu, assumindo, no entanto, que o peso de tudo a assoberbava. Foi casada três vezes, mas nenhum dos romances vingou. Salvou-se a amizade com o segundo marido, com quem adotaria os seus dois rapazes, o seu último reduto de amor numa vida de curvas e contracurvas.
Pânico na casa de Loures. Frederica Lima descreve discussões com facas, agressões e clima de terror constante: "Estás com medo, karateca?"

Pânico na casa de Loures. Frederica Lima descreve discussões com facas, agressões e clima de terror constante: "Estás com medo, karateca?"

Na acusação do Ministério Público, há referências a centenas de episódios de intimidação e violência física e psicológica, que terão ocorrido durante praticamente os dois anos em que durou a relação com Nuno Homem de Sá. Na queixa apresentada, Frederica Lima admite que o ator controlava todos os aspetos da sua vida, desde as pessoas com quem falava até à roupa que vestia, que a impedia de sair de casa, até, alegadamente, tudo ter descambado em atos de violência com aquilo que tinha à mão: facas, um tacho de arroz quente ou o poder da sua força. Entenda o que é descrito no documento de 100 páginas da acusação, que promete levar a estrela de novelas a tribunal.
Negócio em crise. Queda da Estrela Michelin e fim de contrato milionário coloca em risco sucesso de Ljubomir Stanisic

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Chef bósnio perdeu a mais alta distinção da gastronomia no início deste ano e já está a sofrer com as mudanças no estatuto, que estão a ter interferência direta nos seus negócios. Admite que a Estrela caiu porque "fala demais" e não se relaciona com as pessoas certas e que o primeiro abalo chegou, numa altura em que também viu o contrato mais profícuo da sua vida chegar ao fim.

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