O ex de Maria Custódia Amaral já confessou o homicídio e garante ter sido "um acidente", mas os resultados da autópsia vão esclarecer toda a verdade sobre como é que a agente imobiliária morreu.
Uma autópsia que revela álcool em excesso mas não drogas. Os destroços do carro que dão à costa na tempestade e levantam dúvidas. E um grupo de seguidores nas redes que insiste que a morte está por explicar. Estará mesmo? Ou será isso apenas uma alucinação?
Maria Amaral não queria ter namoros que a prendessem, mas também não conseguia desligar-se de relações passadas. Era o caso de José, o homicida confesso, que a conhecia há muitos anos, a "descompunha" nas redes sociais mas voltava sempre ao seu encontro. O atual amigo-especial de Maria, sabia de tudo e não gostava, Mas nada fazia porque também ele tinha uma companheira. Uma encruzilhada que mais parece uma novela... com triste final
Mariana Ribeiro nunca perdeu a esperança de poder voltar a abraçar a sua querida "tia mãe". Quis o destino que assim não fosse, pois a consultora imobiliária foi assassinada por alguém que não era um desconhecido.
Resultados da autópsia serão essenciais para revelar se morte de Maria Amaral terá sido um acidente, como reitera o homem detido pelas autoridades, ou se este premeditou a sua morte. Sabe-se que é um amor do passado da consultora imobiliária, com quem esta por vezes se encontraria. Homem, que moraria a uma curta distância da filha de Delfina Cruz, é visto como problemático e teria historial de quezílias e ameaças.
A filha da atriz Delfina Cruz estava desaparecida desde o passado 19 janeiro. Terá sido nesse mesmo dia que foi assassinada às mãos de um homem "que teria uma relação próxima" com ela.