Depois de cinco semanas de julgamento, chegou a altura de Lindsay Clancy ficar à espera. O júri que está a decidir o seu destino terminou o segundo dia de deliberações sem chegar a um veredicto e só voltará ao tribunal na próxima segunda-feira.
Mais de 15 anos depois da morte de Carlos Castro, continuam a surgir novos detalhes sobre o crime que chocou Portugal. David Touger, advogado que defendeu Renato Seabra no julgamento, revela agora detalhe surpreendente.
Ataque psicótico, alucinações e um quadro psiquiátrico grave. Ao longo do processo, vários especialistas encontraram sinais que apontavam para uma perturbação mental séria em Renato Seabra. Ainda assim, o jovem foi considerado imputável pelo homicídio de Carlos Castro e acabou condenado. Quinze anos depois, a discussão sobre o seu estado mental está longe de estar encerrada.
Em 2023, Lindsay Clancy matou os três filhos menores e tentou de seguida pôr termo à vida. Ficou paralisada da cintura para baixo e o julgamento, que entretanto começou nos Estados Unidos, chamou a atenção para o estado psicológico desta mulher, meses antes do crime, naquilo que a defesa chama de psicose pós-parto. Deve passar o resto da vida na prisão ou processar o que aconteceu num centro psiquiátrico? O caso lançou um imenso debate público e as figuras públicas portuguesas juntaram-se ao coro que se posiciona ora contra ora a favor de Lindsay, que aguarda pelo veredicto do júri. Entenda a polémica.
Jovem que matou a mãe com golpe mata leão havia denunciado inferno da violência doméstica em casa e agressões constantes da progenitora à irmã, de apenas quatro anos.
O homem que abastecia concorrentes de reality shows e atores da TVI com o seu 'Uber da Droga' já tinha estado preso por um crime de sangue em família. Saiba tudo sobre a vida dupla de Nuno Ricardo Santos.
A acusação é clara: matou para ficar com a sua parte da herança e ficar à frente da empresa milionária. Foi detido mas pagou 1 milhão de euros de fiança para poder aguardar em liberdade o desenrolar das investigações.
A polícia espanhola deteve Jonathan Andic por suspeitas de envolvimento na morte do pai, Isak Andic, fundador da marca Mango. O empresário morreu depois de cair de uma falésia com cerca de 150 metros de altura, durante uma caminhada perto de Barcelona, em 2024.