Maria das Dores viu a sua vida marcada por dor e frustração, experiências dramáticas podem ter sido decisivas na decisão de encomendar a morte do marido.
Do sonho de uma carreira internacional ao pesadelo atrás das grades. Renato Seabra, que assassinou brutalmente Carlos Castro em Nova Iorque, vive hoje uma rotina de clausura quase total numa das prisões mais duras da América.
De um encontro fortuito numa festa nasceria um romance vivido às escondidas entre Eliza, modelo brasileira, e Bruno Fernandes, então popular guarda-redes do Flamengo. Ele prometia que a ia assumir a relação em breve, mas foi quando a modelo disse que estava grávida que tudo descambou. Foi estrangulada, esquartejada, com os restos mortais a serem atirados a cães da raça Rottweiler. Quinze anos depois, o crime que chocou o Brasil e o mundo já foi retratado num documentário para a Netflix e esta semana conheceu estranhos desenvolvimentos com o passaporte da falecida jovem a aparecer em Portugal.
Filho da conhecida socialite Maria das Dores, história do novo comentador da SIC fica para sempre marcada pelo ano de 2007, quando a mãe encomendou a morte do marido. Apesar do crime hediondo, David nunca virou as costas à progenitora.
Homicida de Carlos Castro está a 11 anos de poder conseguir voltar ao seu país, em regime de liberdade condicional. Dos primeiros tempos em que contava com o apoio de toda uma comunidade em Cantenhede, já pouco resta e a mãe e a irmã são das poucas visitas que ainda recebe em Nova Iorque. Desde o fatídico dia do assassinato já nada está igual e, em contraste com a vida de Renato, que parou em 2011, a da irmã seguiu e floresceu, com Joana a cumprir o sonho de ser deputada à Assembleia da República.
Macaco e a mulher ficaram esta quinta-feira, 31, a conhecer as respetivas penas, no entanto nem tudo são más notícias para o casal. Saiba como estão a reerguer o futuro no Porto depois da prisão.