Há um mês que o gabinete de Marcelo Rebelo de Sousa em Belém começou a fazer eco, com os pertences do presidente a serem arrumados em pastas e enviados para a sua casa de Cascais. É o fim de dois mandatos, muitas memórias felizes, mas também de um profundo desgaste que faz com que o chefe de Estado nem queira ouvir falar de política na sua nova vida. Esta segunda-feira, a Presidência muda de mãos e Marcelo celebrará como gosta. Se tiver bom tempo, até o poderemos encontrar entre mergulhos.
Na semana em que é eleito o próximo Presidente da República, Marcelo tem-se mostrado a fazer aquilo que, no fundo, é a sua essência: a conversar com as pessoas que perderam tudo nas zonas mais afetadas, deixando palavras de incentivo e também duras críticas ao Governo. A visita à Zarzuela, onde iria encontrar-se com os reis de Espanha, acabou adiada devido à situação de calamidade do País.
O Presidente da República conta as horas para a despedida do Palácio de Belém e tomar novamente as rédeas da sua vida. Entre os seus planos mais pessoais estarão resolver os respingos que as polémicas trouxeram para os seus dias, e que dividiram a família, e recuperar o prazer do contacto com os alunos. À sua espera tem uma nova e já delineada vida na Califórnia.
Fragilizado devido às exibições no Arsenal, que não convencem, jogador procura consolo nas memórias felizes de Portugal. Uma maldição inglesa que começou com Rúben Amorim e que parece não trazer nada de bom àqueles que chegam ao Reino Unido vindos de Lisboa.
Depois das primeira perícias, as autoridades espanholas continuam a averiguar o que se terá passado naquele fatídico dia que vitimou o internacional português e o irmão mais novo.
Carlos Ancapichun é há várias décadas o zelador da mansão dos reis Guilherme e Máxima na Argentina, a terra natal da rainha da Holanda. Não é visto há quase um mês e as autoridades já descartaram a possibilidade de que tenha desaparecido voluntariamente.