Francês, que obteve cidadania portuguesa em 2021, investiu mais de 1,3 mil milhões de euros no nosso país em projetos em Lisboa, mas sobretudo na Comporta, primeiro ao lado de Paula Amorim e depois a solo. Morreu aos 78 anos, deixando o seu império milionário nas mãos do filho, Alexandre.
Escondidas entre pinheiros e num manto de secretismo e total privacidade, erguem-se o novo projeto há muito sonhado por Paula Amorim e o marido na Herdade da Comporta. Além das exclusivas villas, disponíveis para aquisição, abre portas o JNcQUOI Club Comporta, só para membros, que promete tornar-se no novo ponto de encontro da elite nacional e internacional.
Num investimento total de mil milhões de euros, a empresária ergueu, em 2019, todo um plano para a Herdade da Comporta, para construir naquele local um dos resorts mais exclusivos na região, só que de lá para cá muita coisa mudou e agora há medidas que podem condicionar os sonhos daquela que é a rainha do luxo em Portugal.
Era terra de ninguém quando em 1971 o cantautor Zeca Afonso lhe dedicou uma canção. Hoje é o paraíso onde todos querem ter uma casa singela de paredes caídas de branco e telhados de colmo, para "brincarem aos pobrezinhos". A especulação imobiliária é tanta em Grândola que a câmara viu-se obrigada a suspender parte do PDM para travar o crescimento dos empreendimentos turísticos. Ali, o povo já não é "quem mais ordena".
Empresários vão abrir novo restaurante exclusivo na praia, mas escavações nas dunas geram polémica. Planos para a Comporta são megalómanos e incluem a construção de dezenas de moradias só para os muito ricos.
O apartamento tem 250 metros quadrados de área, localiza-se num décimo quarto andar, com uma vista panorâmica para o rio Tejo e sobre Lisboa. O negócio foi intermediado pela Vanguard Properties,