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'O Diabo Veste Prada 2' o que mudou no mundo, na moda e na vida do atores... nos últimos 20 anos

Estreia esta esta quinta-feira, 30, a sequela de um dos blockbuster de 2006. Duas décadas depois, o elenco original regressa com Meryl Streep, como a inconfundível Miranda Priestly, à cabeça. Anne Hathaway na pele de Andy Sachs, Emily Blunt enquanto Emily Charlton, e Stanley Tucci como Nigel também estão de volta.
Por Ana Cristina Esteveira | 29 de abril de 2026 às 20:50
Meryl Streep e Anne Hathaway juntas na sequela de "O Diabo Veste Prada", com estreia prevista para 2026 Flash
O elenco de "O Diabo Veste Prada" regressa com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci Flash
Flash

'O Diabo Veste Prada 2' estreia esta quinta-feira, 30, e com este novo filme - que retrata muito do que se passa nos bastidores do mundo da moda e das revistas da especialidade - percebe-se o quanto esta indústria mudou desde que foi feito o primeiro 'O Diabo Veste Prada'. 

Este é o aspeto mais evidente entre todas as grandes mudanças: o panorama global da comunicação transformou-se profundamente. Se há 20 anos a cultura mediática tradicional era sustentada pelos meios impressos, hoje o protagonismo passou a ser assumido pelas plataformas digitais e pelas redes sociais. Em 2006 o papel ainda dominava ao contrário do que acontece em 2026. A informação e a formação da opinião pública passa, essencialmente, pelo digital. Vejamos exemplos:

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1. No primeiro filme, a Miranda Priestly (inspirada na figura de Anna Wintour, a toda poderosa diretora da revista 'Vogue' norte-americana) bastava "mexer os cordelinhos" para promover ou destruir a carreira e a reputação de estilistas. Hoje, esse "poder" migrou para as redes sociais e para as mãos de influenciadores digitais. É aqui que se criam as verdadeiras tendências... mais do que nas passerelles.

2. Em 20 anos a inflação dos artigos de designer é altíssima quando comparada do que se passava em 2006. Hoje em dia, o investimentos em peças de moda é obrigatoriamente maior. 

3. Em 2026 há uma maior preocupação com a sustentabilidade e melhor gestão de orçamentos. Quer isto dizer que já não há "vergonha social" em adquirir peças de moda em segunda-mão. Várias plataformas de revenda mudaram a forma como se consome moda e luxo na atualidade.

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