Bárbara reage a acusações: "É tudo mentira. Não há droga nenhuma. É um disparate!"
Depois de ter ficado em silêncio com a revelação pela revista 'TV Guia' de que acusou 2,8 gramas de álcool por litro de sangue, Bárbara Guimarães reage em exclusivo à FLASH! negando ter acusado drogas no teste feito pela GNR no local do acidente.
A apresentadora Bárbara Guimarães, de 44 anos, refuta todas as acusações de que estaria sob efeito de estupefacientes quando, na madrugada do passado dia 9 de outubro, albaroou 9 carros estacionados junto à Pousada Dom Afonso II, em Alcácer do Sal.
A estrela da SIC acusou uma taxa de alcoolemia ligeiramente superior a 2,8 gramas de álccol por litro de sangue e arrisca uma pena de prisão até um ano ou multa até 120 dias, para além da inibição de condução entre três meses a três anos.
"É TUDO MENTIRA"
"Essa história das drogas é tudo mentira. Não há droga nenhuma. É tudo um perfeito disparate", garante ao site FLASH João Vieira, assessor de imprensa da apresentadora da SIC.
Ainda sobre o comunicado, que na tarde de 30 de Outubro, Manuel Maria Carrilho, o ex-marido da estrela da SIC emitiu, a anunciar que vai pedir, "com carácter de urgência", a tutela parental da pequena Carlota, de sete anos, devido ao alegado comportamento desviante da mãe, o mesmo responsável pela comunicação de Bárbara Guimarães remata: "Bárbara Guimarães nunca comentou essas questões que considera, desde sempre, que devem ser tratadas em sede própria."
TESTE ACUSA DROGAS, EX-MARIDO QUER TIRAR-LHE A FILHA MENOR
Depois de a revista 'TV Guia' ter avançado que Bárbara Guimarães foi detida com no Alentejo com 2,8 gramas de álcool por litro de sangue, eis que a 'TV7Dias' publicou esta semana que a apresentadora também estaria sob o efeito de drogas. Segundo a mesma publicação, a apresentadora terá sido submetida, com resultado positivo, ao teste ACCUTEST IDENTA que é comummente utilizado para despiste de substância psicotrópicas.
No comunicado emitido esta tarde, o ex-ministro socialista da Cultura Manuela Maria informa que apresentou no Tribunal de Família e Menores de Lisboa uma providência cautelar requerendo que lhe seja entregue provisoriamente, mas com urgência, a guarda da filha Carlota, de 7 anos.