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Doce vingança? Isabel dos Santos torce pela vitória da RD Congo contra Portugal e recorda história de amor com o marido que terminou em tragédia

A poderosa empresária angolana demonstrou o seu apoio ao país onde nasceu o seu marido, Sindika Dokolo.
Por Joana Guterres | 16 de junho de 2026 às 15:06
Isabel dos Santos, Sindika Dokolo Foto: Instagram
Isabel dos Santos, Sindika Dokolo Foto: Instagram
Isabel dos Santos, Sindika Dokolo Foto: Instagram
Isabel dos Santos, marido, Sindika Dokolo, casal Foto: Instagram de Isabel dos Santos
Isabel dos Santos, Sindika Dokolo Foto: Instagram
Isabel dos Santos e o marido, Sindika Dokolo Foto: Cofina Media
Isabel dos Santos, Sindika Dokolo Foto: Instagram

Isabel dos Santos sabe bem de que "lado" vai estar no jogo de estreia de Portugal no Mundial 2026, esta quarta-feira. A poderosa empresária angolana está a torcer pela vitória da República Democrática do Congo, o país do seu marido, Sindika Dokolo e que também é a terra-natal dos seus filhos.

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"Amanhã, o meu coração estará com a República Democrática do Congo, o país do meu falecido marido, Sindika Dokolo, e dos meus filhos. Caros irmãos congoleses, orgulhem-se das vossas cores, da vossa equipa e da vossa nação. Que os Leopardos nos proporcionem uma grande partida e representem o Congo com orgulho. Força, Leopardos!", escreveu.

A filha do ex-presidente angolano José Eduardo dos Santos foi casada duranste 18 anos com Sindika Dokolo, até ao trágico acidente que vitimou o empresário e colecionador de arte aos 48 anos de idade, em 2020. 

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Sindika estava a fazer mergulho recreativo no Dubai quando sofreu um acidente no mar. Alguns relatos iniciais indicaram que terá ficado sem ar durante o mergulho e acabou por se afogar. Outros meios referiram a possibilidade de uma embolia ou paragem cardíaca antes do afogamento.

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Na altura surgiram muitas especulações, uma vez que o casal estava envolvido em processos judiciais e investigações relacionadas com alegados esquemas financeiros em Angola. No entanto, as autoridades dos Emirados Árabes Unidos concluíram que não houve indícios de crime.

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