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Atriz Fernanda Nobre revela que tem vive um casamento aberto e pode ter relações com outras pessoas... e como isso melhorou significativamente o casamento

A estrela das novelas da Globo Fernanda Nobre é casada com José Roberto Jardim. Estão casados mas podem relacionar-se com outras pessoas...
22 de março de 2022 às 11:28
Fernanda Nobre Foto: Reprodução Instagram
Fernanda Nobre Foto: Reprodução Instagram
Fernanda Nobre Foto: Reprodução Instagram
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Fernanda Nobre Foto: Reprodução Instagram
Fernanda Nobre Foto: Reprodução Instagram
Fernanda Nobre Foto: Reprodução Instagram
Fernanda Nobre Foto: Reprodução Instagram
Fernanda Nobre Foto: Reprodução Instagram

A atriz Fernanda Nobre, uma das mais conhecidas das novelas da Globo, revela os motivos porque vive um casamento aberto com José Roberto Jardim.

"Criámos o nosso modelo", explica a atriz de 38 anos. Casada há mais de 9 anos, Fernanda conta que o casamento com o diretor melhor quando, no ano passado, decidiram que podiam ter outros parceiros sexuais... e continuar casados. 

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"Para a gente foi a melhor coisa. Não há jogos, meias palavras, o fingir que não sabe", contou em entrevista à revista 'Glamour'. "Eu não sou mais feliz ou liberal do que uma pessoa monogâmica. Não mesmo. Relacionamentos monogâmicos podem ser super machistas, por exemplo. O que estou construindo com ele e que faz que a gente seja muito feliz é que temos um diálogo absoluto. Estamos em busca de uma vida sem hipocrisia", explica.

"Eu sou extremamente ciumenta, super insegura, mas o Zé é uma pessoa que vale a pena viver isso. Ele é extremamente íntegro. A partir do momento que tudo pode, o 'estarmos juntos' é muito mais certeza. Tornei-me menos ciumenta, não sei explicar como e de uma forma racional, mas foi uma maneira de não me colocar nesse lugar de insegurança feminina, de sempre duvidar do cara... Os homens são criados para terem outras mulheres, para traírem, claro que há excepções, mas é uma construção social. E é também uma construção social a gente morrer de ciúme, ter essa pulga atrás da orelha, ficar buscando coisa, descobrir algo e sentir extremamente traída porque no amor romântico a gente não precisa de ter abertura", disse em declarações à revista.

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"Não decidimos fazer isto porque o 'casamento precisa de alguma coisa' ou porque estava 'morno'. Na verdade a gente começou a pensar em não ser monogâmico", acrescentou. Diz ainda que a hipótese despertou quando tiveram uma longa conversa com um casal amigo, que abordou o tema.

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