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Drama

Drama na Indonésia: psicóloga portuguesa enfrenta condições infernais na prisão

Carolina Freitas Nunes, detida no aeroporto por transportar consigo várias dezenas de balas, teve de ser assistida no hospital.
Por Ana Cristina Esteveira | 25 de junho de 2026 às 14:40
Foto: Instagram
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Carolina Freitas Nunes Flash
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Foto: Instagram
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Carolina Freitas Nunes Flash
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Carolina Freitas Nunes, conhecida do público português pelas suas frequentes participações em televisão em debates sobre psicologia, foi detida na madrugada do passado domingo, dia 23, no Aeroporto Internacional I Gusti Ngurah Rai, em Bali, na Indonésia. A detenção ocorreu depois de as autoridades terem encontrado 50 munições na sua mochila, alegadamente de uso comum em tiro desportivo.

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A psicóloga clínica, praticante federada de tiro e integrante da equipa do Ginásio Clube Português, acabou por ser detida e encontra-se atualmente numa das prisões do país, conhecidas por serem das mais severas do mundo. "Ela foi de férias, não estava em representação do clube, não ia para nenhuma prova, para nenhum torneio, para nenhum campeonato...", começa por esclarecer um representante do Ginásio Clube de Portugal à TVI.

Esclarece ainda que o que se passou foi o facto da psicóloga utilizar habitualmente aquela mochila para a prática da modalidade e de se ter esquecido que tinha as balas no seu interior quando viajou: "Na Europa já tem acontecido, até com outros atletas também. Agora, para aqueles países é muito mais complicado e, aqui sim, consideramos que é um descuído da Ana Carolina", admite.

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Detida, a psicóloga estará emocionalmente muito frágil o que já a levou a precisar de ajuda médica. "As notícias mais recentes é que esteve há pouco tempo no hospital porque a situação para ela deve ser extremamente traumatizante e não deve ser fácil estar numa prisão de um país daqueles. Também acreditamos que o facto dela estar com a consciência tranquila e se encontrar numa situação destas a tenha afetado psicológicamente e até físicamente", considera ainda o representante do GCP.

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O mais estranho em toda esta situação é que as munições só terem sido detetadas no final das férias de Carolina Freitas Nunes, quando esta se preparava para embarcar para Portugal e depois de já ter passado por vários aeroportos de diferentes países. O governo português está a prestar apoio à psicóloga através da embaixada de Portugal em Jacarta.

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