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Joana Barrios revela pesadelo com alcoolismo e doença mental do "pai biológico"

A apresentadora de 'O da Joana', no 24Kitchen, e amiga de Cristina Ferreira, diz lamentar não ter revelado em vida compreensão ao progenitor que "não foi uma pessoa muito espetacular."
21 de dezembro de 2021 às 14:45
Joana Barrios Flash
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Joana Barrios deixou um longo e sentido relato sobre a sua difícil relação com o pai biológico, numa partilha feita nas suas redes sociais.

Ao lado de duas fotografias onde aparece junto ao progenitor, a chef começou por escrever: "O senhor da fotografia chama-se Zé Luiz e é o meu pai biológico. Decidi chamar-lhe assim quando morreu e processei finalmente o seu impacto na minha vida. Comecei nessa altura, aos 23, a fazer psicoterapia para assimilar e fazer as pazes. Por respeito aos que ainda vivem e com quem vivo, nunca falo sobre o Zé Luiz, porque ele não foi uma pessoa muito espetacular, antes pelo contrário. No entanto, e porque ele é parte daquilo que sou, o 21 de dezembro é sempre um dia complexo de viver, porque era o dia do seu aniversário."

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"Nesta história sou a criança que fez o caminho do adulto, sou a criança que decidiu não odiar o adulto, mas antes empreender todos os esforços para tentar compreendê-lo. A pessoa e o seu contexto. O Zé Luiz era um fulano inteligentíssimo que se deixou consumir por uma doença mental não convenientemente tratada, agravada por um alcoolismo latente desde a adolescência e por uma identidade que por medo nunca reclamou", continuou a cozinheira, amiga de Cristina Ferreira, com presenças regulares nos seus programas e que tem um programa no 24 Kitchen intitulado ‘O da Joana.’

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"Apesar de tudo, escolho olhar para o Zé Luiz como uma das figuras extravagantes da minha mitologia, porque é assim que se tornou confortável e até divertido recordá-lo", explicou ainda. "Reconheço a dor que infligiu, porém pude libertar-me dela porque me deixaram ser criança e protegeram a minha infância e o seu universo mágico, onde pude efabular sobre essa minha mitologia e construir as razões que o terão levado a causar tanto sofrimento. Nunca o odiei. Lamento nunca lhe ter dito em vida que o compreendia e que tinha para com ele compaixão, perdão e até a possibilidade de iniciarmos uma nova relação. Mas nunca chegou a acontecer", afirmou a também atriz bejense que mantém uma boa relação com a mãe e com o padrasto, que trata por pai.

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