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Maria Botelho Moniz assombrada pela morte trágica do noivo: "Senti a minha alma a morrer"

Recorde a maior tragédia da vida da apresentadora, que perdeu o seu grande amor de forma inesperada aos 29 anos.
Por Joana Guterres | 11 de agosto de 2020 às 08:53
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz, Salvador Quintela Foto: Flash
Maria Botelho Moniz, Salvador Quintela Foto: Flash
Maria Botelho Moniz, Salvador Quintela Foto: Flash
Maria Botelho Moniz, Salvador Quintela Foto: Flash

Maria Botelho Moniz tem por hábito usar as redes sociais para homenagear anualmente o noivo, Salvador Quintela, que morreu num acidente de viação em março de 2014, quando ambos tinham 29 anos de idade. Maria e Salvador namoravam há 10 anos e iam casar daí a 6 meses, em setembro desse mesmo ano.

A apresentadora da TVI, que continua solteira desde então, já falou várias vezes sobre a dor de ter perdido o seu grande amor e de ter visto destruídos todos os seus sonhos e planos para o futuro.

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No ano passado, Maria Botelho Moniz relatou o que viveu na fatídica noite do acidente a Daniel Oliveira, no 'Alta Definição', da SIC.

"Os meus olhos encheram-se de lágrimas e só disse: eu quero a minha mãe... Quando te levam tudo, tu só queres é a tua mãe", @mariabotelhomoniz perdeu o namorado de forma trágica há 5 anos... A história da sua vida mudou para sempre. Alta Definição, sábado às 14h na SIC

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"Com a morte do Salvador, eu senti a minha alma a morrer", começou por contar, acrescentando: "Eu soltei um som – que nunca mais soltei na vida –, é uma coisa que vem daqui de dentro, é o som da tua alma a ser destroçada".

"Eu acordei por volta das cinco da manhã sobressaltada. Eu sabia, sabes? É uma intuição, é qualquer coisa... acordei sobressaltada com uma dor no peito e ele não estava ao meu lado. Era suposto já ter chegado e não tinha chegado. Comecei a ligar para o telefone dele, ninguém atendia, comecei a entrar em pânico, até que finalmente me atendeu um polícia, fez umas perguntas muito estranhas, depois percebeu que eu era a namorada dele (...) e disse-me 'olhe, ele não está nada bem. Agora não posso falar, já voltamos a falar'. Desligou-me o telefone e eu fiquei com aquela informação 'ele não está nada bem', mas não está nada bem onde? O que é que aconteceu? Passado um bocado (...) peguei no telefone outra vez, voltou a atender-me o mesmo polícia que me diz 'espere só aqui um minuto, eu vou passar-lhe aqui ao médico que o socorreu' e passou-me a um senhor (...) que disse: 'Eu fiz tudo o que podia, mas não o consegui salvar'.

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Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash
Maria Botelho Moniz Foto: Flash

"De repente, tu sabes o que é que ouviste... mas não é real", revelou então.

"Sinto a alma a morrer, solto o tal som e fiquei dormente, completamente dormente. Lembro-me de olhar fixo no chão, balançar, e começar a dizer repetidamente 'o que eu vou fazer?'. Parecia que estavam a passar slides daquilo que eu achava que a minha vida ia ser 'isto já não vai acontecer, isto também não, isto também não... e tu nunca mais o vais ver'. Parei, os meus olhos encheram-se de lágrimas e a frase seguinte foi: 'Eu quero a minha mãe’. Quando te levam tudo, tu só queres a tua mãe'", contou emocionada.

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