Telefonema anónimo sobre desaparecimento de Maria Amaral põe Unidade de Contraterrorismo a investigar
A Polícia Judiciária não descarta a possibilidade de a filha da atriz Delfina Cruz ter sido sequestrada. As cartas estão todas em cima da mesa.Maria Custódia Amaral, de 54 anos, está desaparecida desde o passado dia 19, altura em que terá sido vista pela última vez. Familiares e amigos têm-se desdobrado em apelos lançados nas redes sociais pedindo a ajuda de quem possa saber alguma coisa sobre o seu paradeiro.
Contudo, foi a GNR da Lourinhã que esta quarta-feira, 22, recebeu um telefonema que acabou por fazer com que a Polícia Judiciária entrasse em ação, avança o Correio da Manhã. Nesse telefonema anónimo terá sido dito às autoridades que a agente imobiliária, filha da falecida atriz Delfina Cruz, tinha sido sequestrada.
Perante essa possibilidade, o processo foi entregue à Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT), responsável pela investigação deste género de crimes, informa ainda a referida publicação.
"O cenário de sequestro para roubo, sabe o CM, é um dos analisados. Os inspetores da UNCT procuram, por isso, reconstituir os passos da agente imobiliária, bem como os contactos que manteve desde domingo, quando deu os últimos sinais de vida", lê-se no Correio da Manhã onde poderá ficar a saber a história completa deste telefinema anónimo.