'The Morning Show': a série que ultrapassou o movimento #MeToo e a covid-19
A série acabou por ser o fruto do movimento #MeToo na primeira temporada. Agora, na segunda, o contexto vira-se para a pandemia e o mundo real. Conheça os detalhes.
Depois do sucesso da primeira temporada do 'The Morning Show', já pode ver mais uma temporada da série que ficou conhecida como o fruto do movimento #MeToo, um movimento contra o assédio sexual e agressão sexual iniciado em 2017.
Jennifer Aniston e Reese Witherspoon, as protagonistas, interpretam Alex e Bradley, duas apresentadoras do programa matinal 'The Morning Show' num canal de televisão em Nova Iorque. Os conflitos entre ambas continuam a ser um dos ingredientes principais da série, que estreou a segunda temporada no dia 17 de setembro, e que explora temas como o racismo e a homofobia.
"A segunda temporada aborda a identidade. Estamos a fazer muitas perguntas difíceis sobre 'cancel culture' [cultura cancelada], sexualidade, raça, entre outros. Estamos a pedir às nossas personagens para examinarem quem eles realmente são", explicou a diretora e produtora executiva da série, Mimi Leder, ao 'The New York Times'.
As gravações da segunda temporada, exclusiva da Apple TV, realizaram-se durante a pandemia, o que levou a que existissem alguns percalços. A história teve de ser repensada e o tema covid-19 acabou por se tornar central, tal como outras preocupações do mundo real.