"Fico preocupadíssima que esta criatura esteja no Tik Tok", atirou a sobrinha de Cinha Jardim, enquanto Liliana Campos afirmou que o influencer não pode estar deprimido porque está a fazer vídeos para as redes sociais. "Estás com uma depressão, não te vais pôr à frente do telemóvel a chorar", disse a apresentadora. E as reações não se fizeram esperar...
Mais de dois meses depois ter sofrido o primeiro AVC, humorista mantém o foco total na recuperação, com fisioterapia diária e muito compromisso. Nas exceções, começa a permitir sonhar-se com o regresso a casa, embalado pelo amor que nunca o deixou cair no meio da tempestade.
Pioneiro do mundo das redes sociais, o influencer tem quase um milhão de seguidores e entre os seus fãs incluem-se algumas das figuras públicas mais conhecidas do País. A internet deu-lhe voz e visibilidade que usa não só para o humor mas também para as críticas às injustiças sociais. Orgulhosamente andrógino e sem nunca se levar demasiado a sério, é ainda conhecido por se apresentar 'sem filtros': nunca hesitou em partilhar as suas inseguranças e vulnerabilidades e inspira os seus seguidores a serem eles próprios.
Falida e enterrada em dívidas, a diva espanhola vê a ‘Cantora’, mansão que dividiu com Paquirri e que lhe calhou em herança, ser vendida a um preço muito abaixo daquilo que vale.
Luísa Amorim, irmã de Paula Amorim, e a mais nova das três irmãs herdeiras de Américo Amorim, anunciou uma nova colaboração com o prestigiado Riccardo Cotarella.
A partida de Mário Oliveira, irmão de Rui Oliveira, apresentador da CMTV e marido de Manuel Luís Goucha, deixou a família mergulhada num profundo luto.
Achou que tinha vencido a batalha contra um cancro na próstata quando começou a ficar ora descontrolado e irascível, ora prostrado e sem forças. Esteve neste limbo dois anos... até que um médico descobriu em três semanas que tinha um cancro no pâncreas. Viveu um inferno longe dos holofotes. Esteve hospitalizado durante ano e meio, ao longo de dois. Desses, cinco meses foram nos Cuidados Intensivos, muitas vezes amarrado à cama. Foi operado 12 vezes, "cortado às postas", como ainda consegue relatar com algum humor, gabando-se de ter sido um paciente "rebelde". Voltou ao trabalho à frente da FLAD em agosto de 2024, mas agora a saúde impede-o de continuar. O político PSD que na juventude foi boxer e também consumiu drogas volta para casa. Tem o sonho de escrever as suas memórias hospitalares. Talvez agora o faça.