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Escândalo

Transmontana e emigrante em França: tudo sobre a empregada portuguesa de Jeffrey Epstein

Maria Gomes de Melo assim se chama a mulher que trabalhou no luxuoso apartamento parisense do pedófilo norte-americano.
Por FLASH! | 10 de fevereiro de 2026 às 10:42
Transmontana e emigrante em França: tudo sobre a empregada portuguesa de Jeffrey Epstein
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo, Valdson Vieira Cotrin
Maria Gomes de Melo, Valdson Vieira Cotrin
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo, Valdson Vieira Cotrin
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo, Valdson Vieira Cotrin
Maria Gomes de Melo, Valdson Vieira Cotrin
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo, Valdson Vieira Cotrin
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo
Maria Gomes de Melo

Para além de todas as ligações ao nosso país e de vários nomes portugueses que aparecem nos ficheiros Epstein, há um que se destaca: o de Maria Gomes de Melo. Quem é esta mulher? Qual a sua relação com o pedófilo norte-americano?  

As perguntas são fáceis de responder. A portuguesa, nascida em Moncorvo, Trás-os-Montes, foi funcionária de Jeffrey Epstein. Era ela, e o marido, o brasileiro Valdson Vieira Cotrin, que por sua vez era mordomo do milionário, se ocupavam do luxuoso apartamento que este possuia num dos bairros mais nobres de Paris, o 16.º ‘arrondissement’.

Maria Gomes de Melo ocupava-se em manter o apartamento de oito suites, ginásio e até uma sala de massagens sempre em perfeitas condições, pois nunca se sabia quando é que Jeffrey Epstein e os seus amigos famosos pudessem chegar para uma estada na capital francesa.

Segundo os ficheiros  divulgados pelo Departamento de Justiça norte-americano, Maria Gomes de Melo e Valdson Vieira Cotrin tinham uma relação chegada ao patrão. Tão chegada que terão beneficiado de muitas benesses, como viagens pelo mundo. Tudo pago por Epstein!

Mas tendo essa ligação bastante próxima ao milionário norte-americano, o casal nega ter visto ou desconfiado de alguma coisa de anormal: "Se algo anormal ou assustador tivesse acontecido, se alguém tivesse gritado ou sido agredido, eu teria ligado para a polícia. Mas eu não vi nada", estas são declarações do mordomo brasileiro ao 'The Telegraph'.

"Quero falar, de todo o meu coração, com base na vida que vivi com ele: ele não era o homem que dizem que ele era", garante Valdson Vieira Cotrin para completar ainda: "Ele confiava completamente em mim. Eu era o motorista, o cozinheiro, o empregado doméstico, eu fiz tudo em Paris, eu era o único funcionário em tempo inteiro. Trabalhei para ele de 2001 até à sua morte. Se alguém pudesse ter visto algo, esse alguém seria o Valdson. Ninguém mais…"

Já Maria Gomes de Melo corrobora as palavras do marido: "Nunca vimos nada de impróprio com qualquer rapariga menor em mais de 20 anos que trabalhámos para Jeffrey Epstein”, garantiu ao ‘The Telegraph’.

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