Em 2018, Pedro Costa casou certinho pela igreja em Campo de Ourique. Divorciou-se em 2022, quatro anos depois de ter dado o nó. Teve pelo meio um namoro fugaz com Daniela, uma deputada municipal de Lisboa, mas agora reencontrou ou amor da sua vida, Mariana. Desta vez vai ser tudo em grande e com muita maluqueira. Tanta que António Costa, o pai do noivo, terá de ter medidas especiais de segurança.
"Isso é um pedido de desculpas?", insistiu José Alberto na cara de Cristina Ferreira. Ela respondeu-lhe: "É só um lamento". O que terá pensado o homem que já teve de pedir desculpa em direto por mais do que uma vez, uma delas por ter dito o que não devia sobre Marina Machete, a primeira Miss Portugal transgénero. As histórias que marcaram a estrela da TVI em 37 anos de carreira. Mas também os amores e desamores de um "romântico" inveterado.
Candidatos travaram-se de argumentos e conversa subiu de tom em vários momentos: por causa do despedimento de Manuela Moura Guedes "a pedido" de Sócrates, pedofilia e dinheiro. "O João foi viver uma reforma dourada para a Europa e agora regressa "porque o seu ego é maior", atirou o líder do Chega.
Há oito anos, a história de Marta, de 19 anos, gerava uma onda de comoção, com a jovem a depender de uma botija de oxigénio para viver, e com apenas 14% da função respiratória. Um tratamento experimental devolveu-lhe a normal juventude, cresceu profissionalmente, casou-se, até que este ano um duro diagnóstico a voltou a colocar à prova. "De uma consulta para a outra, 'cancro' deixou de ser só uma palavra. Passou a ser uma possibilidade em forma de bola de ténis", escreveu, revelando que, em breve, irá enfrentar a cirurgia.
Confronto entre o humorista e o político tornou-se mais visível por causa do programa 'Isto é Gozar com Quem Trabalha', mas curiosamente começou antes disso, em 2019, e por causa de um amor comum aos dois: o Benfica. Desde então, a guerra tem subido de tom, com Ricardo Araújo Pereira a mostrar-se irredutível em relação a Ventura. O líder do Chega chama-lhe "palhaço do regime", ele diz que o político preside ao "refugo do refugo". Entenda a polémica.
Já passou quase um ano desde a morte do cantor e o bombeiro continua sem conseguir chegar a um acordo com Toni e Marquinho, os outros herdeiros de Marco Paulo.