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Depois dos mais variados escândalos ao longo da vida, Sarah Ferguson está agora envolvida em algo que deverá afastá-la da família real britânica de forma irremediável.
Nos últimos meses, têm sido divulgados os mais diversos e-mails que trocou com o traficante sexual Jeffrey Epstein, a maioria já depois de ele ter sido preso pela primeira vez por prostituir uma rapariga menor de idade. Nestes e-mails, a mãe das princesas Beatrice e Eugenie diz "adorá-lo", chama-lhe "o seu pilar" e queixa-se de que ele "já não lhe liga", entre muitas outras expressões de amizade.
Esta relação com Epstein, em evidência nas trocas de e-mails, fez com que Ferguson perdesse todas as parcerias que tinha com empresas e marcas nos últimos tempos, deixando, por isso, de ter um meio de subsistência. A alta sociedade inglesa, onde sempre se moveu como peixe na água, rejeitou-a definitivamente e as portas foram-lhe todas fechadas na cara.
As ligações ao pedófilo condenado - que morreu atrás das grades em 2019 - já tinham feito com que o ex-marido de Ferguson, o príncipe André, fosse virtualmente 'banido' da realeza britânica; Carlos III retirou-lhe todos os títulos reais - incluindo o de 'príncipe', atribuído à nascença - e a sua reputação nunca irá recuperar do escândalo, que 'explodiu' quando Virginia Giuffre o acusou de a ter abusado sexualmente... e só tem piorado à medida que são divulgados os chamados 'Epstein files'.
Recorde-se que Sarah Ferguson viveu a sua primeira grande polémica em 1992, quando protagonizou um dos maiores escândalos sexuais da história da realeza, que lhe destruiu a reputação junto dos britânicos. Foi fotografada em França com um amante a lamber-lhe os dedos dos pés, em topless, e em outras poses íntimas.
Mas, a polémica que se seguiu, 18 anos mais tarde, viria a arrasar ainda mais com a sua imagem pública. Foi em 2010 que Ferguson foi apanhada em flagrante a tentar lucrar com o nome do ex-marido.
A antiga duquesa foi filmada a pedir mais de 550 milhões de euros a Mazher Mahmood – um jornalista disfarçado que fingia ser um empresário – em troca de este obter "acesso direto" ao príncipe André. Numa entrevista posterior a Oprah Winfrey, Ferguson justificou o seu comportamento explicando que tinha estado a beber álcool antes da reunião, e que se encontrava numa fase complicada na sua vida pessoal.
Sarah Ferguson e André divorciaram-se após a traição conjugal, mas mantiveram-se sempre próximos e ainda hoje vivem juntos.