Depois dos meses mais duros e de uma apatia inerente e necessária ao luto, a viúva de Jota tem tido um renascimento lento, sendo que, além dos filhos, foi precisamente nas paixões do marido que encontrou um renovado sentido para viver.
No livro 'Diogo Jota - Nunca Mais é Muito Tempo', que será publicado a 9 de abril, a viúva do malogrado futebolista dá o seu primeiro depoimento após a morte do marido. Um testemunho emotivo e marcante com o grande objetivo de perpetuar a memória do seu grande amor.
Manter viva a memória de Diogo Jota é uma missão de vida para Rute, que perpetua as paixões comuns dos dois e encontra nestas uma força secreta para continuar. Entre os filhos, que são a luz dos seus olhos e o legado do marido, aceitou quebrar o silêncio público para voltar aos dias de amor e dor, que jamais esquecerá.
Silvino Louro, o guarda-redes internacional português e ex-adjunto do 'Special One', partiu esta quinta-feira aos 67 anos, após luta silenciosa contra doença prolongada.
A saudade aperta e Nuno Pinto da Costa, o neto que foi a "sombra" e o grande porto de abrigo do eterno líder do FC Porto nos seus últimos dias, decidiu quebrar o silêncio com uma homenagem emotiva.
Atores e equipa técnica estão parados à espera das obras num espaço "histórico, que pertence à cidade, que faz parte da memória cultural de Lisboa e da história do teatro português", como dá conta a atriz nas redes sociais.
Foi casado três vezes e assume a sua quota parte de culpa no facto de, nem sempre, as relações terem sido bem sucedidas. "Fui cobarde, idiota, desonesto. Fui [espero que não muitas vezes] rasca", escreveu numa das suas crónicas, não deixando nunca de acreditar no amor, que vivia intensamente. Foi casado com Maria José Xavier e Maria João Bustorff - as mães das suas filhas - e em 2010, três meses depois do início do namoro, formalizaria a união com a jornalista Cristina Ferreira de Almeida, que o acompanharia nos bons momentos, mas sobretudo nas mais duras batalhas de saúde, até ao fim dos dias do escritor.
Entre abraços, brindes e recordações, o Solar dos Presuntos reuniu dezenas de rostos conhecidos da sociedade portuguesa para homenagear o seu fundador, Evaristo Cardoso. Um momento de celebração da memória, da amizade e da continuidade de um legado.