Decorreu esta sexta-feira a tomada de posse do novo Conselho de Estado. Além de nomes como Marcelo Rebelo de Sousa, André Ventura e Carlos César, fazem também parte três mulheres, duas delas estreantes.
Atriz manifestou-se contra petição que pede o fim da "descriminalização das 'terapias de conversão sexual'" e diz estar pronta para levar o seu caso pessoal ao Parlamento.
A recuperação da ideia de 'primeira-família' na Chefia do Estado marca uma nova era, distendida, familiar, com busca permanente dos compromissos e dos consensos.
Foi através de um discurso de proximidade, do qual as fotografias eram um instrumento fundamental, que Marcelo consolidou a sua imagem de Presidente dos afetos. É assim que nos recordaremos dele, a partir do momento em que sai de cena.
Tédio é uma das palavras que nunca será usada para descrever dez anos da presidência de Marcelo Rebelo de Sousa, que dia 9 de março passará a pasta ao aparentemente tranquilo novo eleito António José Seguro. Taticista, Marcelo foi um estratega em Belém, mesmo quando fez da estabilidade política uma bandeira. Criticou o Governo quando este geriu mal o drama dos fogos em 2017, obrigando mesmo António Costa a demitir a MAI da altura. Foi herói a salvar donzelas em perigo no mar, viveu muita proximidade ao povo e acabou vergado por dois duros anos de decisões difíceis e impopulares durante a pandemia da Covid-19. Aguentou demissões e quedas de governos e sofreu ao ver o seu nome envolvido num escândalo de favorecimento. Isso magoou-o pessoalmente e fragilizou-o então junto da opinião pública, das forças políticas e fê-lo cortar relações com o filho, Nuno.
A resposta às consequências da tempestade Kristin passa agora também pela causa animal, com a aprovação de um regime especial de financiamento para associações afetadas.
Com a Presidência da República já fora do horizonte, é o regresso à vida de todos os dias para João Cotrim de Figueiredo e Catarina Martins, que voltam a fazer as malas para Bruxelas, com todas as regalias que a vida na Bélgica implica.
Quando a mulher subiu ao púlpito para lhe dizer “amo-te”, Luís Marques Mendes deixou ver o homem por detrás do político. Da advocacia aos corredores do poder, do comentário político em horário nobre à candidatura presidencial, o candidato da AD construiu um percurso feito de escolhas difíceis, riscos assumidos, mesmo quando isso o obrigou a estar mais afastado da família e dos filhos.