Não compre, alugue! Vestidos, joias e até móveis para a casa... a tendência é ter menos e poupar o ambiente
Aumentam as empresas que alugam produtos não considerados de primeira necessidade. Ajudam-no a poupar na carteira e no ambiente.
Tudo o que é verde, sustentável e amigo do ambiente está na moda. E mais do que estar na moda, tornou-se numa preocupação genuína de cada vez mais pessoas, que pensam duas vezes antes de deixar a água a correr no banho, as luzes ligadas e também de comprar coisas que não precisam assim tanto.
Nesse sentido, as lojas e empresas de aluguer de roupa e móveis estão a tornar-se cada vez mais num ponto de visita, até porque, com os recursos a serem finitos e o dinheiro também precioso, já há cada vez menos pessoas dispostas a investir em bens aos quais não vão dar assim tanto uso.
O VESTIDO PERFEITO
Quantas vezes não comprou um vestido para um casamento que ficou, depois, arrumado a um canto no armário para nunca mais de lá sair? E quem diz casamento diz uma festa ou um jantar de trabalho para o qual tem de ir impecavelmente bem vestido. A pensar nisso, há cada vez mais empresas em que pode alugar, por umas horas, o vestido ou fato perfeito. No Dress on the go, por exemplo, pode até ter acesso a criações de estilistas por um preço bastante mais simpático. Depois, quando não precisar, o modelito volta à base e é reutilizado para o próximo cliente.
JóIAS E ACESSÓRIOS
E quem diz roupa, fala também em joias e acessórios. Porque há ocasiões em que estes podem ser excelentes aliados, mas não merecem um investimento astronómico, pode optar por alugá-los [ou no limite comprar em segunda mão]. E em Portugal crescem as plataformas em que é possível fazê-lo de forma descomplicada.
MÓVEIS RENOVADOS
Pela Europa fora há também cada vez mais a tendência de não só alugar roupa como mobiliário. Ou seja, se acabou de ter um bebé e já sabe que vai precisar de um pequeno berço, mas apenas para os primeiros meses de vida, a ideia é que o alugue e não o compre. E isso é válido para tudo, até para quem quer apenas dar uma lufada de ar fresco na decoração, mas não estar sempre a adquirir novos produtos, que mais cedo ou mais tarde vai querer trocar. No fundo, é tudo uma questão de perspetiva. Durante quanto tempo vai precisar dessas coisas? Se a resposta for meses, então talvez um investimento de fundo não compense.