Uma lufada de ar fresco no coração verde de Lisboa! 'Novo' Centro de Arte Moderna volta a abrir portas na Gulbenkian
Quatro anos depois do início das obras de remodelação, o Centro de Arte Moderna reabre de cara lavada e com muitas surpresas. Conheça a nova zona artística, cultural e de lazer no coração da cidade.
Depois de uma longa e cuidadosa remodelação, o resultado vai garantir que a espera valeu a pena. Já reabriu o Centro de Arte Moderna, na Fundação Calouste Gulbenkian, sendo que a grande festa de reabertura está marcada para este fim de semana, de 21 e 22 de setembro.
O resultado é uma espécie de braço dado entre cultura, tradição e modernidade. A nova entrada faz-se pela Avenida Marquês da Fronteira e contrasta com o imponente muro que até então ocupava esta fachada da Gulbenkian. Agora, há um convite à entrada, num espaço que sugere ser como que a continuação da rua, numa fusão perfeita.
O projeto paisagístico foi levado a cabo por Vladimir Djurovic e traz-nos 8 mil metros quadrados de espaços verdes, com muitas áreas para contemplar a natureza, desfrutar da leitura de um livro ou conviver neste refúgio a céu aberto no centro de Lisboa.
Já no novo Centro de Arte Moderna o destaque vai para a pala de Kengo Kuma, que recria o edifício original de uma forma muito fresca. No edifício, as paredes foram substituídas por enormes vidros de alto a baixo para que o jardim possa ser contemplado na sua plenitude.
Para o arranque, as honras da casa serão feitas por Leonor Antunes, antiga bolseira da Fundação, e que irá mostrar um conjunto de esculturas, mas há muito mais para ver e sentir numa extensa programação do Centro de Arte Moderna, que está em festa e tem motivos para celebrar com o sucesso das obras de remodelação.