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Casas Reais

Rei Felipe VI duramente repreendido pelo pai! Juan Carlos defende a rainha Sofia por ter sido desprezada na visita do Papa a Espanha

O rei emérito diz que sentiu um profundo desconforto ao aperceber-se como a Casa Real tratou aquela que (ainda) é sua mulher, a rainha emérita Sofia.
Por Ana Cristina Esteveira | 11 de junho de 2026 às 19:10
Rainha Sofia, Papa Leão XIV Foto: Flash
Juan Carlos e Felipe VI Foto: Flash
Rainha Sofia, Papa Leão XIV Foto: Flash
Rainha Sofia, Papa Leão XIV Foto: Flash
Rainha Sofia, Papa Leão XIV Foto: Flash
Papa Leão XIV Foto: Foto: AP
Rainha Sofia, Papa Leão XIV Foto: Flash
Rainha Sofia, Papa Leão XIV Foto: Flash
Rainha Sofia, Papa Leão XIV Foto: Flash
Papa Leão XIV Foto: Flash
Rainha Sofia, Papa Leão XIV Foto: Flash

Indignação e desconforto! Este é o sentimento de Juan Carlos I ao perceber que a rainha Sofia de Espanha, aquela que ainda é sua mulher, se teve de contentar com um papel muito secundário na visita oficial do Papa Leão XIV a Espanha. A Casa Real optou por relegar a emérita para um segundo plano e aquele que foi monarca do país não se conformou com este desplante.

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Mesmo a milhares de quilómetros de distância do Palácio da Zarzuela, o pai do rei de Espanha não hesitou em dar uma dura reprimenda ao filho, o rei Felipe VI, por não ter colocado a mãe, a rainha Sofia, num plano de destaque ao longo da visita papal ao país, conforme avança o '.

"Fontes altamente confiáveis ??próximas do rei emérito disseram ao 'Monarquía Confidencial' que Juan Carlos transmitiu firmemente sua queixa ao seu círculo mais próximo, incluindo suas filhas, as infantas Elena e Cristina, revelando uma divergência cada vez mais intransponível com a gestão liderada pelo seu filho", lê-se no referido site.

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Juan Carlos I considera que a rainha Sofia é um "trunfo" para a Coroa e que esta - a Coroa - não está a dar a devida e merecida importância à emérita. "Historicamente, os encontros com o Vaticano e com altos representantes da Igreja Católica constituíam um palco onde a rainha Sofia exercia a sua maior influência institucional, apoiada pelo respeito internacional e pelo seu compromisso de longa data com estes assuntos. Contudo, nesta ocasião, a agenda relegou-a a um papel estritamente secundário, de acordo com os critérios do rei Juan Carlos",

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