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Notícia
Drama

A história de Salvador, o menino com feridas na pele e dores constantes, que está a comover o País

Tem 6 anos e nasceu com uma condição: tem epidermólise bolhosa distrófica recessiva e precisa de uma pomada que custa 2 milhões de euros por ano.
Por João Bénard Garcia | 02 de setembro de 2026 às 18:00
Criança de 6 anos que sofre de uma doença rara Foto: Foto: Luís Manuel Neves
Criança de 6 anos que sofre de uma doença rara Foto: Foto: Luís Manuel Neves
Salvador, menino de 6 anos com Epidermólise Bolhosa Foto: Foto: D.R.
Criança de 6 anos que sofre de uma doença rara Foto: Foto: Luís Manuel Neves
Salvador, menino de 6 anos com Epidermólise Bolhosa Foto: Foto: D.R.
Salvador, menino com Epidermólise Bolhosa com os pais Foto: Foto: D.R.
Criança de 6 anos que sofre de uma doença rara Foto: Foto: Luís Manuel Neves
Salvador, menino de 6 anos com Epidermólise Bolhosa Foto: Foto: DIREITOS RESERVADOS

Salvador, o menino de 6 anos que nasceu com epidermólise bolhosa distrófica recessiva, uma doença rara e sem cura, cumpriu, esta segunda-feira, dia 31 de agosto, . O menino sonhava ir ao Estádio da Luz assistir a um jogo do seu clube do coração, o Benfica, e o Benfica concretizou-lhe o desejo. Salvador entrou no relvado da Luz equipado a rigor e pela mão do avançado Rafa Silva.

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Antes da partida Benfica-Estoril, ganha pela equipa vermelha e branca por 2-1, Salvador foi aplaudido de pé pelos jogadores e adeptos benifquistas, viu faixas com o seu nome passarem nos anéis do estádio e ainda foi cumprimentado pela mascote águia Vitória de peluche, tudo o que uma criança possa sonhar. O menino concretizou efetivamente mais do que o seu sonho mais simples: o de somente assistir a uma partida de futebol sentado nas bancadas do estádio.

O 'Correio da Manhã' já havia noticiado que Salvador vive com ligaduras por todo o corpo, tem dores constantes e feridas que teimam em não fechar desde que nasceu. Atualmente, existe no mercado internacional um gel capaz de dar um pouco mais de qualidade de vida a este menino, proporcionando uma mais rápida cicatrização das feridas abertas. Só que este medicamento ainda não está disponível para venda em Portugal, segundo alertou ao CM Joana Paiva, mãe do menino, que pede ajuda ao Estado. O tratamento tem um custo de dois milhões de euros por ano.

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