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Notícia
Drama

Acusado de ter empurrado o pai para a morte, filho do fundador da Mango pediu ajuda "a soluçar"

Jonathan Andic é suspeito de ter assassinado o próprio pai, Isak Andic, o fundador da Mango. Agora, foi divulgada a chamada que fez para os serviços de emergência a seguir à queda fatal.
Por Joana Guterres | 18 de junho de 2026 às 10:25
Isak com o filho Jonathan Andic Foto: Getty Images
Jonathan e Isak Andic Flash
O herdeiro do grupo Mango Jonathan Andic Foto: Getty Images
O herdeiro do grupo Mango Jonathan Andic Foto: Getty Images

Cinco minutos depois da queda fatal de Isak Andic, o fundador da Mango, o seu filho, Jonathan Andic, ligou para os serviços de emergência a pedir ajuda: "O meu pai caiu". A chamada, importante para a investigação - - foi divulgada na passada segunda-feira, dia 15.

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Naquele fatídico dia 14 de dezembro de 2024, Jonathan Andic indicou que se encontravam perto das grutas de Salnitre de Collbató, em Montserrat, Barcelona.

De acordo com o 'La Voz de Galicia', Jonathan estava "a soluçar" enquanto pedia ajuda.

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Nas últimas horas foram também recuperadas algumas mensagens comprometedoras do telemóvel de Jonathan. O espanhol terá enviado uma mensagem ao pai a comemorar o progresso da terapia familiar a que estava a recorrer para melhorar a relação que tinham um com o outro. "Não me surpreende que tenha pensado que eu era capaz de o matar", escreveu.

Em julho de 2025, sete meses depois da morte de Isak, foi enviada mais uma mensagem que dizia o seguinte: "Compreendo que era impossível salvar a nossa relação, não me surpreende que a corda se tenha partido".

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A defesa do espanhol considerou que estas afirmações foram retiradas de contexto e que devem ser entendidas no âmbito terapêutico uma vez que nas sessões da terapia eram feitas "referências metafóricas".

Recorde-se que, no âmbito da investigação, Jonathan Andic foi detido pelos Mossos d'Esquadra por suspeita de homicídio do pai. As autoridades não acreditam que a queda do empresário tenha sido acidental e que a relação conturbada entre pai e filho pode ter motivado o crime. As primeiras declarações de Jonathan foram incongruentes e tiveram pouco impacto emocional.

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Apesar de detido, o filho mais velho do fundador da Mango saiu em liberdade depois de pagar uma fiança de um milhão de euros.

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