Agredido no metro de Nova Iorque, José Castelo Branco abre nova guerra com defensores da mulher Betty Grafstein
O socialite de 63 anos conta que passou a noite quase toda no hospital e que se submeteu a vários exames, entre os quais uma TAC.José Castelo Branco contou que foi parar ao hospital depois de ter sido empurrado nas escadas do metro de Nova Iorque... e que acredita que terá sido um defensor da sua mulher, Betty Grafstein, a agredi-lo.
“Fui para o hospital. Dei uma queda brutal. Empurraram-me. Ia eu a chegar ao Metro. No último lanço de escadas, empurraram-me naquelas escadas muito estreitas. Passou um palerma que disse: ‘Betty, Betty’. Deu assim um gritinho: ‘Betty, Betty’. Passou por mim, deu-me um empurrão. E eu desequilibrei-me com os saltos. Mas foram-me ajudar a levantar. Ai, foi um horror”, descreveu o socialite de 63 anos.
“Claro que me magoei. Passei quase toda a noite no hospital. Para fazer exames. Até fiz uma TAC à cabeça. Está tudo bem, mas estou todo dorido”, continuou.
No hospital, José Castelo Branco reencontrou as enfermeiras que cuidaram de Betty Grafstein nos vários internamentos dos últimos anos.
"E quando souberam da história ficaram horrorizadas. Lá no hospital. E de repente chegam e contaram-me tudo. Tudo, tudo, tudo. Elas até disseram, achavam, que a Betty já tinha morrido. Ficaram horrorizadas. Diziam que ela estava viva graças a mim. Tantas vezes que eu passei lá à noite com ela no hospital, toda a gente me conhecia. A Betty está muito fragilizada", relatou.
Está quase a fazer dois anos que José Castelo Branco foi acusado de violência doméstica pela mulher, Betty Grafstein, de 97 anos. A socialite norte-americana deu entrada no Hospital de Cascais em abril de 2024 com uma fratura no fémur e dias depois fez a queixa de violência doméstica. Betty Grafstein ficou dois meses internada em Portugal antes de regressar aos EUA.