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Por um triz. Como Balsemão escapou à morte em ataque na Quinta da Marinha depois de várias ameaças

O magnata da comunicação e fundador do PSD chegou a ser alvo de um ataque em 1975, durante os tempos tensos do PREC.
Por FLASH! | 25 de outubro de 2025 às 16:53
Francisco Pinto Balsemão e o rei Juan Carlos I construíram amizade no Estoril Foto: Flash
Francisco Pinto Balsemão lamenta a perda da mãe Foto: Flash
Francisco Pinto Balsemão recorda a dor da perda da mãe Foto: Flash
Francisco Pinto Balsemão recorda a dor da perda da mãe Foto: Flash
Francisco Pinto Balsemão recorda luto doloroso Foto: Flash
Francisco Pinto Balsemão não marcou presença no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, na festa dos Globos do Ouro Foto: Flash

Francisco Pinto Balsemão morreu no passado dia 21, aos 88 anos, mas, aos 38, já desafiara a morte.

Tudo aconteceu em 1975, durante os tempos agitados que caracterizaram o Processo Revolucionário em Curso, ou PREC, uma altura especialmente tensa para o homem que fundou o PSD, então denominado PPD, Partido Popular Democrático, ao lado de Francisco Sá Carneiro e Joaquim Magalhães Mota.

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Balsemão foi várias vezes ameaçado e era até aconselhado a não dormir em casa, chegando inclusivamente a adquirir uma arma de fogo para proteção pessoal.

"Ao longo do PREC, tive várias vezes avisos de militares amigos para não dormir em casa. Quando dormia em casa, que foi a maioria das vezes, tinha uma pistola no carro", revelou em tempos.

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E a verdade é que acabou mesmo por ser alvo de um atentado terrorista. A 24 de fevereiro de 1975 explodiu um petardo sob o Porsche de Balsemão, estacionado no jardim da sua moradia na Quinta da Marinha – onde viria a viver até aos dias de hoje.

Este terá sido o primeiro atentado do ELP - Exército de Libertação de Portugal, uma organização de extrema-direita saudosista do regime de Salazar. Surgiu como "o braço armado das organizações mais radicais de oposição ao processo político desencadeado a 25 de Abril".

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