A divulgação de novos ficheiros relativos ao caso do pedófilo Jeffrey Epstein traz à tona detalhes que continuam a comprometer vários ilustres da sociedade, entre os quais o príncipe André. Sabe-se agora que, antes da viagem de nove dias que o monarca realizou aos Estados Unidos, em que foi o convidado de honra de uma grande festa com jovens raparigas na mansão do magnata, André convidou Epstein para um jantar privado no Palácio de Buckingham, numa altura em que a rainha Isabel II estava ausente, em Balmoral.
Aconteceu em setembro de 2010 e sabe-se que para a ocasião, Epstein se fez acompanhar por três modelos, descritas como "muito jovens e bonitas", de nacionalidades russa e romena. Agora, imagens de uma dessas raparigas a fumar numa das poltronas do Palácio veem a luz do dia e voltam a colocar o príncipe em maus lençóis, com o envolvimento no caso Epstein a ser cada vez maior.
Se inicialmente André ainda tentou amenizar a situação, tentando desmarcar-se de Epstein, as evidências surgem em catadupa e mostram que o envolvimento do príncipe com o magnata é ainda maior do que o que se pensava, com vários encontros entre os EUA e Inglaterra, sempre com o mesmo denominador comum: festas com raparigas muito jovens, que eram aliciadas para a mansão do milionário e pagas para um serviço de massagem que, depois, assumia contornos sexuais.
Por causa da ligação, André perdeu todos os títulos reais e também o direito a viver numa casa da Coroa.