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Casas Reais

O lado sombrio do "filho favorito": o incidente violento do ex-príncipe André que a Rainha Isabel II tentou abafar

Novas revelações expõem o temperamento explosivo do antigo duque de York, que terá chegado a agredir um oficial no palácio, obrigando o pai, o falecido príncipe Philip, a intervir.
Por Hélder Ramalho | 07 de abril de 2026 às 08:33
Funeral Jeffrey Epstein, rainha Isabel II, Príncipe André Foto: Mirror
Rainha Isabel II, Príncipe André Foto: Getty Images
rainha Isabel II, príncipe Philip Flash
Príncipe Philip e o príncipe Harry Foto: Getty Images

O distância entre o ex-príncipe André e a imagem de dignidade da Família Real britânica parece estar cada vez mais acentuada. Afastado da vida pública e despojado dos seus títulos pelo irmão, o rei Carlos III, o ex-duque de York vê-se agora no centro de uma nova polémica que expõe o seu temperamento mais agressivo. Segundo revelações do biógrafo real Robert Hardman, publicadas no jornal 'Daily Mail' e citadas pela revista espanhola 'Semana', André Mountbatten-Windsor terá protagonizado um incidente que envolveu confronto físico nos corredores do Palácio de Buckingham.

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O episódio terá ocorrido durante o período em que André servia como enviado comercial do Reino Unido - recorde-se que o irmão de Carlos III esteve detido recentemente por suspeitas de má-conduta precisamente durante este período, quando terá partilhado informações confidenciais do seu trabalho com o criminoso Jeffrey Epstein.

De acordo com Hardman, o ex-príncipe terá agredido fisicamente o então chefe da Casa Real, o vice-almirante Tony Johnstone-Burt. Tudo porque o funcionário lhe terá negado o uso de uma sala específica no palácio para um evento do seu projeto 'Pitch at the Palace', uma vez que o espaço já estava ocupado. André, conhecido por "não aceitar um não", terá descarregado a sua fúria no oficial.

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A gravidade do incidente fez com que o episódio chegasse aos ouvidos da mãe, a rainha Isabel II. No final, acabou por ser o pai de André, o príncipe Philip, a assumir a responsabilidade de "limpar" o estrago, através de uma carta com um pedido de desculpa formal ao vice-almirante em nome da família. Enquanto o duque de Edimburgo tentava minimizar o escândalo, a reação de André terá sido descrita como pouco sincera e evasiva.

O biógrafo Robert Hardman sublinha que, embora Isabel II não protegesse o filho de forma explícita, via-o como o membro mais "vulnerável" do clã, o que poderá ter influenciado a gestão para abafar estes episódios de má conduta de André. O biógrafo recorda ainda o desconforto que o antigo príncipe causava em fóruns internacionais, como em Davos, onde era conhecido por comentários inapropriados e atitudes problemáticas.

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