Os dias não têm fáceis para a família real norueguesa que se debate com um triplo problema com a princesa Mette-Marit, que viu o seu nome ligado ao caso Jeffrey Epstein, o filho mais velho, Marius ser preso, acusado de vários crimes, como violação, violência doméstica contra uma ex-companheira e filmagens ilegais de mulheres sem o seu conhecimento ou consentimento.
Além disso, a situação clínica da princesa é também muito difícil: sofre de fibrose quística – doença genética hereditária que causa a produção de muco anormalmente espesso, afetando principalmente os pulmões, obstruindo as vias aéreas, levando a infeções e inflamações recorrentes, tosse, falta de ar e redução da função pulmonar – e que no caso de Mette-Marit está a avançar demasiado rápido comprometendo a absorção de oxigénio. O que quer dizer que, neste momento, só um transplante de pulmão lhe poderá salvar a vida.
No meio de todas as dificuldades e polémicas, o marido, o príncipe Haakon, falou publicamente para se posicionar ao lado da mulher. "Quando acontecem muitas coisas ao mesmo tempo, como aconteceu agora com a nossa família, fico um pouco preocupada se as nossas prioridades estão na ordem certa”, começou por contar, afirmando que o mais importante é proteger os seus: "O mais importante nestes últimos dias tem sido cuidar do rebanho. Apoiamos o Marius na sua situação, cuidamos das outras crianças, que também precisam de cuidados, e eu tenho de cuidar da Princesa Herdeira."
Mette-Marit emitiu também um comunicado em que pede desculpa aos súbditos e também à posição em que colocou os reis da Noruega, depois de ter sido revelado que era amiga pessoal de Jeffrey Epstein.