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Crime

A história de Zé Pedro: o "rapaz sossegado" que se tornou no homicida confesso da filha de Delfina Cruz

O eletricista, que todos na aldeia conheciam como “sossegado”, revelou à Polícia Judiciária onde enterrou o corpo de Maria Custódia Amaral e alega que a morte foi “por acidente”, deixando vizinhos e familiares em choque.
Por FLASH! | 14 de fevereiro de 2026 às 15:32
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Maria Custódia Amaral Flash
Zé Pedro confessa homicídio de Maria Custódia Amaral, chocando aldeia Foto: D.R.
Zé Pedro confessa homicídio da filha de Delfina Cruz, chocando vizinhos e familiares Foto: D.R.

José Pedro, 34 anos de idade, eletricista e ex-jogador de futsal, era visto na aldeia de Paço, em São Bartolomeu dos Galegos, concelho da Lourinhã, como um homem tranquilo e reservado. Em declarações à TV Guia, um vizinho descreveu o homicida confesso de Maria Custódia Amaral, filha da atriz Delfina Cruz: “Dizia ‘bom dia’ ou ‘boa tarde’, ia ao café da associação, passava na mercearia e pouco mais. Até deu 20 euros para as festas de São Brás. Era um indivíduo pacato”.

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Nos dias que antecederam o desaparecimento de Maria Amaral, José Pedro deixou de sair para trabalhar e afastou-se da namorada, levantando suspeitas entre os moradores. Detido a 31 de janeiro pela Polícia Judiciária, acabou por confessar a autoria do crime e indicar o local onde a agente imobiliária foi enterrada, na Lagoa de Óbidos, perto da Poça Pequena. O corpo foi retirado pelos Bombeiros das Caldas da Rainha, já em avançado estado de decomposição, enterrado quase à superfície, coberto de areia e vegetação.

A notícia deixou a comunidade local em choque. Em A dos Francos, aldeia natal de José Pedro, vizinhos ainda recordam o homicida como um rapaz sossegado. Carlos Carvalho, dono do café da aldeia, disse à TV Guia: “Não o via há mais de um ano. Guardava dele a imagem de um rapaz tranquilo, muito reservado, que procurou uma vida melhor fora daqui”.

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O caso de Maria Custódia Amaral continua a ser um dos crimes mais mediáticos que marcaram o País nos tempos mais recentes, não só pela ligação à atriz Delfina Cruz, mas também pelo contraste entre a imagem pacata do homicida e os contornos perversos do crime.

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