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Drama

Pesadelo em Bali chegou ao fim! Psicóloga portuguesa detida com 50 munições quebra o silêncio após ser libertada

Carolina Freitas de Nunes já foi libertada pelas autoridades da Indonésia e já aterrou em Portugal. Num desabafo emotivo, a psicóloga e atleta de tiro desportivo confessou que os dias sob detenção deixaram marcas profundas "no corpo e na alma".
Por Hélder Ramalho | 05 de julho de 2026 às 13:47
Foto: Fernando Silva
Foto: Fernando Silva
Foto: Fernando Silva
Foto: Pedro Catarino
Carolina Freitas Nunes Flash
Foto: Pedro Catarino
Carolina Freitas Nunes Flash
Carolina Freitas Nunes Flash

Chegou ao fim o terrível impasse vivido por Carolina Freitas de Nunes. A psicóloga portuguesa de 47 anos, que tinha sido detida na Indonésia após as autoridades terem detetado 50 munições na sua bagagem, já está em território nacional. Através das redes sociais, Carolina já tinha feito um desabafo dramático sobre os momentos de angústia que enfrentou em solo asiático.

"Foram dias muito difíceis que me deixaram marcas no corpo e na alma. Mas, acima de tudo, fizeram-me perceber que não há nada mais importante do que a liberdade, família e amigos", confessou a portuguesa, visivelmente abalada com a experiência traumática.

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O caso, recorde-se, aconteceu no Aeroporto Internacional I Gusti Ngurah Rai, em Bali, quando Carolina se preparava para embarcar num voo com destino a Abu Dhabi. Durante uma inspeção de segurança de rotina, o detetor de raio-X alertou para a presença de material suspeito. A revista manual que se seguiu acabou por expor os 50 cartuchos de calibre 22 Long Rifle. Sendo atleta de tiro desportivo, a psicóloga garantiu prontamente às autoridades que as munições lhe pertenciam, mas que não tinha qualquer conhecimento de que as mesmas se encontravam guardadas naquela mochila.

Agora, com o pesadelo ultrapassado, as atenções de Carolina estão inteiramente focadas no reencontro com os que mais ama. “Dentro de poucas horas vou poder voltar a abraçar os meus filhos. Esse abraço foi o que me deu força para nunca deixar de acreditar que este dia chegaria”, revelou, num tom profundamente emotivo.

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Na mesma publicação – que foi acompanhada por um vídeo simbólico do pôr do sol –, a atleta fez ainda questão de deixar um agradecimento público à Polícia de Segurança Pública (PSP) portuguesa, enaltecendo a "rapidez, eficiência e profissionalismo na emissão das licenças" que comprovam a sua atividade desportiva legal e que foram fundamentais para a sua libertação.

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Pronta para virar a página, a psicóloga garante que escolhe focar-se apenas no futuro e nos afetos. “Hoje não levo comigo revolta. Levo apenas uma enorme gratidão e um desejo que ocupa todo o meu coração: abraçar os meus filhos. Finalmente, volto para casa”, rematou.

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